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Devemos aprender «empatia». E ser corajoso para assistir.

TERRÁQUEOS (Earthlings). É um filme-documentário sobre a absoluta dependência da humanidade em relação aos animais (para estimação, alimentação, vestuário, diversão e desenvolvimento científico), mas também ilustra nosso completo desrespeito para com os assim chamados "provedores não-humanos".

Este filme é narrado por Joaquin Phoenix (GLADIADOR) e possui trilha sonora composta pelo instrumentista, dj e compositor Moby. Com um profundo estudo dentro das pet-shops, criatórios de filhotes e abrigos de animais, bem como em fazendas industriais, no comércio de couro e peles, indústria de esporte e entretenimento, e finalmente na carreira médica e científica, TERRÁQUEOS usa câmeras escondidas e filmagens inéditas para narrar as práticas diárias de algumas das maiores indústrias do mundo, as quais dependem de animais para lucrar.

Impactante, informativo e provocando reflexões, TERRÁQUEOS é de longe o mais completo documentário jamais produzido sobre a conexão entre natureza, animais, e interesses económicos. Há vários filmes importantes sobre os direitos dos animais, mas este supera os demais.

TERRÁQUEOS tem que ser assistido. Altamente recomendado.
Buscado em http://www.terraqueos.org/

No seu comportamento em relação às criaturas todos os homens são nazis. A pretensão do homem em poder acabar com outras espécies conforme sua vontade, exemplifica as teorias do mais extremo racismo com o principio em que o poder tem sempre razão.

Violência escolar


Flores para ti, Leandro, mais um menino ido antes do seu tempo, por culpa desta sociedade onde teve a infelicidade de nascer e crescer.

Foi notícia 2ª feira e continua a ser. De novo. Ainda não apareceu o aluno do 6.º ano da Escola Básica Luciano Cordeiro, que teve a intenção de terminar com a sua vida.

«Na aldeia de Cedainhos, concelho de Mirandela, os cerca de 80 habitantes, todos eles parentes próximos uns dos outros, estão desesperados com o desaparecimento de Leandro Filipe nas águas frias do Tua.»
Quantos anónimos estão a ler-me neste momento e que são ou foram vítimas de maus tratos nas escolas? Maus tratos dentro das escolas ou nas imediações das mesmas, físicos ou psicológicos, intencionais, infligidos pelos colegas a um elemento, porque sim. Violência continuada, pontual.

Lá para o Norte, agora, os colegas-crianças de 11, 12 anos que malharam no Lenadro, só e indefeso, estarão a ser acompanhados psicológicamente? Ou era apenas uma diversão entre miúdos e ninguém vai dar importância?

Estou chocada. Não consigo nem imaginar o desespero em que uma criança de 12 anos se encontra, para afirmar e concretizar um acto que é minha convicção ser impensável nessa idade: pôr termo à própria vida por já não aguentar mais.

Que se passa? Estaremos todos cegos que não saibamos a diferença entre sopapos e desavenças entre jovens e maus-tratos que infligem a um mesmo outro? Olhamos para o lado como é costume...

Os pais destas crianças maltratadas desconhecem que os seus filhos são maltratados nas escolas?As escolas e os seus funcionários não têm a obrigação de intervir quando assistem? Não aceito que a desculpa seja a falta de funcionários, porque os que existem, observam e fazem vista grossa. Não é preciso ser formado para verificar que alguém está a ser maltratado, em grupo. Só é preciso ser bem-formado, ter consciência. Desta vez a culpa não é do Governo. É da sociedade civil. As Associações de Pais nas escolas existem. Para quê? E as crianças violentas, não serão marginais em formação? Estão a ser criadas ao deus-dará por todos os intervenientes no seu crescimento.

Depois duma tragédia como esta, há apoio psicológico para a família e para quem mais precisar. Mas e antes? Não seria mais profiláctica a intervenção dessa área da medicina nos jovens reconhecidos como violentos nas escolas? E nas suas famílias que os estão a deixar ser violentos?

Como é possível ninguém - pais, irmãos, amigos - ter conhecimento do sofrimento de Leandro e agir, quando também é informação que «há cerca de um ano, Leandro Pires já tinha estado internado dois dias no hospital de Mirandela depois de ter sido agredido por colegas da escola. "Desde aí continuaram a bater-lhe"»?!

Vejo muitos filmes é certo. Mas um Hospital em Portugal não é obrigado a reportar à Polícia a entrada de uma criança, vítima de maus tratos?

Então como é que ninguém reconhece que sabia do caso?

Céus! Em que povo nós estamos a transformar-nos!

Que, de novo, a culpa não morra solteira, como no caso de Beatriz Carreira e de muitos outros jovens-meninos que neste momento não me veem à idéia.

Bobby Charles versus os desconhecidos haitianos



Há três dias que me entram casa adentro imagens e notícias de mortes e desaparecidos, dado o drama que o povo Haitiano está a viver. Ilustres desconhecidos todos eles, povo, governantes, outros poderes institucionais. Não há nenhum haitiano que dê a cara pelo seu País, que o represente e fale ao mundo das necessidades que o assolam. Sem governo nem poder, estão a ser invadidos por homens de boa vontade, que aderem a causas humanitárias e que rapidamente se fazem presentes em locais sofredores. Levam o estrictamente necessário e representam o mundo civilizado. O receio de novas réplicas está presente. As imagens mostram um Povo, que se desloca sem parança. Não me é indiferente olhá-los, aos «vivos e a mexer» e questionar-me: Para onde irão aquelas pessoas, de onde vêm, porque passam cegos pelos seus semelhantes mortos, espalhados pelas ruas, pelas estradas, sem mesmo um pano a tapá-los e nada fazem. É um povo adormecido, com medo. Habituado à convivência com o terror das armas e com a miséria de tal modo vai passando e nada faz. Quando a noite cai, juntam-se sentados e esperam. Esperam ajuda. Outras vozes se fazem ouvir, como dadoras de imensas quantias de dólares e euros. Quem controla?

Hoje também foi notícia que Bobby Charles morreu hoje. Quem é este? Um Americano que chegou aos 71 anos de idade e que na sua juventude foi autor da letra «See You Later Alligator», interpretada pelos Bill Haley and his Comets. Esta chegou à 6ª posição nos charts americanos no ano de 1956. Cá também tocou nas rádio-telefonias portuguesas. Eu conheço-a e fui à procura dela no YouTube. Não conheço que mais este senhor terá feito.

A diferença entre este senhor e os outros milhares de ilustres desconhecidos haitianos, é que estes são anónimos mas Bobby, não. Por isso posso deixar aqui a despedida: see you latter Bobby Charles!

Já podemos dar o nome à coisa

Somos o nono País do Mundo a aprovar o Casamento Civil entre pessoas do mesmo sexo, com exclusão de adopção.

Aprovada agora mesmo na Assembleia da República Portuguesa a proposta do Governo que garante os mesmos direitos às pessoas com o mesmo sexo, que pretendem aceder ao Casamento Civil. Já podemos chamar casamento homosexual, apesar dos «puristas». Parabéns para todos nós. Falta a lei de adopção de crianças por casais homosexuais, a «Marquise»como brincam os Gatos. Com referendo? Penso que não. Se uma foi aprovada pelos nossos representantes na Assembleia da República, a da adopção também terá de ser. Adaptem e melhorem a lei existente. É tão morosa na sua concretização.

Não me ponham na mão um papel que na contagem final de papéis possa resultar a contradição. Aguardo com alguma confiança que os mesmos que fizeram e aprovaram esta lei se lembrem que existem as crianças-sem pais, filhas de um casamento de pessoas de sexo diferente que as abandonou, tivesse o motivo sido qual fosse. Essas crianças estão também à espera duma lei que lhes permita aumentar as probabilidades de terem um lar que as acolha, uma família que as ame, as eduque e as considere como suas.

P.S. - De uma vez por todas, iniciem-se as aulas de Educação sexual nas escolas. «Homem sexual» é o termo que tenho ouvido tantas vezes, a adultos e aos mais novos, para referir homossexual. Somos tão iletrados.

Primeira foto do primeiro dia de 2010

Esta é uma das imagens mais solidárias que já vi. Reparem bem na partilha e no olhar.
O universo é um. Somos poeira atómica do mesmo sistema universal, não somos nem mais nem menos. O que nos faz maiores ou menores é isto, o gesto sublime que vem do interior de cada um de nós. Uns são gentis para com as outras espécies. Outros desconhecem ou esquecem que o deviam ser. É o que nos faz chamarmo-nos de humanos.

Foto da frente de combate ao incêndio que devastou a Austrália.

Estória de uma dona impotente e de um herói

Das fotos desconheço quem clicou e os seus protagonistas. A música foi roubada há tempos da internet. Juntei estes dois ingredientes e fiz um vídeo, pela 1ª vez utilizando o programa do Windows. Só não sei como dividir os slides pelo tempo que a música leva a tocar, ou encurtar a música e terminá-la no final do último slide.

Mas o que realmente conta é a estória que estas fotos nos contam: o salvamento de um cão, por um jovem desconhecido, perante o desespero e a impotência de uma dona.

Que prendas? Que Natal!? E nos outros locais do Mundo?

Retirada do site da RTP1, hoje, com a seguinte legenda:
«Imagens do Dia
Insurreição
Uma sequência de atentados à bomba, no coração de Bagdade, fez pelo menos 127 mortos e 500 feridos. O primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, volta a responsabilizar a Al Qaeda e elementos do partido Baas, afastado do poder após a queda de Saddam Hussein.»
2009-12-08 20:51:11

Perdi os cartões

Já voltei do frio há 2 dias mas não tive disponibilidade para estar aqui.
Hoje, 5ª feira dia 3 de Dezembro de 2009, aconteceu-me o mesmo que a muitos de nós: perdi o porta-documentos num Centro Comercial. O Fonte Nova, em Lisboa. Posso afirmar que não fui roubada. Simplesmente não devo ter acertado com o dito da abertura da mala e ficou por lá, nalguma das lojas que visitei ou nos corredores. Já telefonei para as lojas. Não encontraram nada. Na Recepção também nada foi entregue.
Quando eu andei nas escolas e nos locais de trabalho, sempre que alguma coisa desaparecia e não voltava a aparecer, era usual ouvir-se: - é chato! onde há um ladrão somos todos ladrões.
Penso na minha cidade, na minha rua, num local fechado com lojas. Perde-se uma coisa e não aparece. Seremos todos ladrões? Não posso crer.
Todos os meus cartões ficaram perdidos. Todos mesmo. Fui à Esquadra da minha zona apresentar o ocorrido. O senhor agente deu-me a entender que não devo ir já tratar do cartão do cidadão. Que dê um tempo, 5, 8, 15 dias, não pode exactamente precisar, se não necessito urgentemente de usar os cartões perdidos. Talvez alguma alma caridosa olhe e veja um porta documentos castanho no chão, nalguma moita, debaixo de algum carro. E tenha o bom senso de entrar em contacto comigo ou entregar o achado nalgum sítio que faça o encaminhamento.
Achou? Entregue. Não custa nada e todos os que perdem cartões ficarão agradecidos.

Criança ainda sofre!


A UNICEF faz 20 anos. Parabéns. 20 anos a lutar para garantir o bem estar da criança. Pelos direitos essenciais e indiscutíveis da criança. Em todo o planeta.

.../ Mas os direitos da criança estão longe de estar garantidos, segundo a UNICEF.
“É inaceitável que as crianças continuem a morrer de causas evitáveis, tais como a pneumonia, malária, sarampo e má nutrição .../
Muitas das crianças no mundo não sabem o que é uma sala de aula, e milhões de crianças não estão protegidas contra a violência, os abusos, a exploração, a discriminação e a negligência.”

Os direitos das raparigas continuam a exigir uma atenção especial. A maioria das crianças que não frequentam a escola primária é constituída por raparigas, e elas têm mais probabilidades de vir a sofrer de violência sexual, ser traficadas ou obrigadas a casar na infância. Em muitas regiões elas têm menos probabilidades de receber cuidados básicos de saúde.

"Temos a responsabilidade colectiva de assegurar os direitos de todas as crianças à sobrevivência, ao desenvolvimento, à protecção e à participação"
../...


Muita coisa para fazer ainda. A nossa atenção para o que está mal começa aqui, em nossa casa, em casa dos nossos vizinhos. No nosso bairro, na nossa aldeia, nas nossas cidades.

SAÚDE
EDUCAÇÃO
IGUALDADE
PROTECÇÃO
- para todas as crianças.

Uma comemoração, dois temas: O oceano cósmico e os nossos oceanos




Festeja-se a invenção do Telescópio e escolhi a notícia publicada aqui

.../
Ao se apropriar de um instrumento construído na Holanda e modificá-lo, tornando o telescópio até 32 vezes mais potente, Galileu conseguiu dar bases científicas para a tese heliocêntrica de Copérnico. Sol e a Lua não eram esferas perfeitas como se pensava antes. Como a Terra, na visão do astrónomo, o homem não seria o centro. E isso desagradou à Igreja Católica. Galileu foi condenado pela Inquisição, por heresia, primeiro privadamente, em 1616, e depois, num julgamento público, em 1633. Para se salvar, teve que se retratar.

/...

Olhar para cima é milenar. Perscrutar os céus à procura de respostas sobre quem somos, de onde viemos, que mão fez o que nos é apresentado, faz parte do homem. Galileu Galilei ajudou muito, há 400 anos. Apesar da Igreja Católica, giramos à volta do Sol, sim.

Aprender Física, compreender que somos matéria estelar, deveria fazer parte da cultura humana. Haver pessoas como Carl Sagan, um Professor entre outros, que soube descer do seu pedestal e conseguiu chegar até nós, criaturas humanas comuns, para nos abrir na mente outras perspectivas sobre o que é a realmente a Vida, o Conhecimento e quão pequenos nós somos.

O filme mostra como tratamos mal os nossos oceanos. Convido-vos a olhar sem telescópios, à vista desarmada, para a nossa terra, «esse pequeno mundo aquecido, com continentes e oceanos»*.

Temos de ser nós a olhar por e para nós. Olhar por nós que «flutuamos no Cosmos como uma partícula de poeira no céu matutino»*. Vamos olhar com mais respeito para este presente envenenado que é o plástico. Quando mal utilizado é uma arma que se vira contra nós.

Vamos reciclar. E re-utilizar muito bem o mal-ben-dito plástico. Quando não servir para mais nada, coloquemo-lo no contentor certo, não no mar, não largados pelos diversos chãos. A nossa casa comum - o PLANETA - agradecerá. E o Cosmos também :)

*Carl Sagan, Cosmos in YouYube

Cão que ninguém viu, na descida para Ribeira D'Ilhas

Era aquele o animal sofredor. Porte médio, novinho ainda. Magérrimo, com os ossos colados à pele. Olhava e gania. Gritos caninos que feriam não os tímpanos, mas o coração. Mais um animal abandonado, procurando vestígios do seu dono. Cheirava o chão pisado e fugia de todas as pessoas que se aproximavam das escadas para a praia. Descia os degraus à frente de todos e encostava-se às ervas, com medo. Depois voltava a subir, a olhar e a uivar. Tem fome, concordámos. Marido foi ao carro buscar pão e água. Se realmente fosse fome, ele comeria. Abaixámo-nos, para ficarmos à sua altura e Marido partiu o pão em pedaços que eu molhei com água. Foi impossível a aproximação. Chamámos por ele e mandámos, pedaço a pedaço. Ele vinha, de cauda entre as pernas, meio agachado. Pegava o pedaço de pão que mastigava pouco e engolia de seguida. Olhava-nos a pedir mais, entre latidos. Para além de tudo tinha fome. Essa necessidade nós pudemos mitigar, um pouco. As pessoas que passavam por nós - surfers meio vestidos, tatuados, simples visitantes do local - contornavam-no, evitavam um olhar. Nem um comentário. Nem um gesto de solidariedade. É como se nada ali estivesse a sofrer. O fito era a praia, o interesse pessoal nas ondas a garantir sucesso, a diversão, as férias. Tanta gente que passou naqueles 15 minutos que ali permanecemos. Imperturbáveis.
O chão inclinado não aceitava um recipiente com água. Tombava e entornava logo. Não podíamos fazer mais nada. Não conseguimos continuar ali. E o cão abandonado lá ficou. A subir e a descer os degraus. A olhar as pessoas. A ganir. À espera do dono que o abandonou. À espera.

Solnado

Estavamos a almoçar. Notícia triste na televisão. No final, mais um que se foi. Adeus Sr. Raul Solnado.
Com o seu humor único, poderemos muito bem "fazer o favor de ser felizes".
Até sempre.
Foto de J. Pinto: Póvoa da Cerdeira, 1957

Li em qualquer lado mais ou menos isto:
«Sinto o amor como um sentimento inigualável;
Vivo a saudade dos tempos de infância, dos lugares que marcam toda uma vida;
Trato a amizade como uma raridade com um valor inestimável que, tal como a vida e a morte enquanto aliados, estão separados apenas por uma linha ténue que tende a quebrar-se facilmente. »

Neste mês de Agosto, agarrei nestas palavras, nesta foto e não me escondo.

Eu sei que sou pó de estrelas

Ando em arrumações. Encontro papelinhos escritos, alguns dobrados, alguns guardados em livros que já li. Foi o caso. Um escrito em inglês. Muitos de vós conhecem. Eu desejo preservar este pensamento neste espaço.
Por eu compreender, no ano de 2009 do Século XXI d.c. que nada mudou, que somos pó de estrelas e alimentamos guerras civis, é importante para mim escrever a citação de John Donne que viveu entre 1572 e 1631. Tal como ele, houve outros que viveram muito além do seu próprio tempo. Recordo também o filme *Por quem os sinos dobram* com Gary Cooper e Ingrid Bergman. Baseado no livro de Hemingway, este filme mostra o absurdo da humanidade quando se guerreia e auto-destrói. A frase *Quando morre um homem, morremos todos, pois somos parte da humanidade* é actual. Ainda.


No man is an island, entire of itself; every man is a piece of the continent, a part of the main; if a clod be washed away by the sea, Europe is the less, as well as if a promontory were, as well as if a manor of thy friend's or of thine own were; any man's death diminishes me, because I am involved in mankind, and therefore never send to know for whom the bell tolls; it tolls for thee.

In Devotions upon emergent occasions and seuerall steps in my sicknes - Meditation XVII, 1624

Tradução:

Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do género humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti.

Are you strong?

Todos vêem o que tu pareces, poucos sentem o que tu és (Maquiavel)

Dedico este filme a todos os «sobrinhos» que entraram em férias escolares e não obtiveram os resultados que esperavam deles.

Aviso público mundial

Sem comentários. Parece-me que todos entenderemos.

Michael Jackson - Earth Song


Um ser humano. Frágil. Há quem passe pelo mundo sem deixar marcas nem saber porque andou por cá. Este foi o quis ser - um Artista. Compôs, cantou e na dança inventou o seu próprio estilo. Inesquecível e único. 50 anos de vida. Só. Desejo-lhe boa viagem. E obrigada pelo que deixou, para continuarmos a usufrui-lo. Só por isso nunca há-de morrer.