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ZON North Canyon Show 2011




Garrett McNamara voltou a fazer história ao surfar a maior onda de sempre, na Praia do Norte, na Nazaré, estimada em cerca de 90 pés (cerca de 30 metros). O surfista está na Nazaré a cumprir mais uma missão do projecto ZON North Canyon Show 2011.

O vale submarino conhecido como Canhão ou Cana da Nazaré é o maior da Europa e um dos maiores do Mundo. Recortando a plataforma continental com uma direcção de EW, sensivelmente, prolonga-se por mais de 170km de comprimento e atinge uma profundidade superior a 5000 metros na planície abissal onde este canhão desemboca.
Este espectacular acidente geomorfológico de origem tectónica, relacionado com a falha da Nazaré-Pombal, começa a definir-se a cerca de 500 metros da costa. Esta garganta submarina provoca grandes alterações ao nível do trânsito sedimentar litoral, uma vez que este vale é um autêntico sumidouro para os sedimentos provenientes de norte, da deriva litoral, o que justifica a inexistência de grandes extensões de areia nas praias a Sul da Nazaré. O Canhão da Nazaré gera a afluência à superfície de águas ricas em nutrientes e plâncton, permitindo a presença de uma fauna bastante rica em espécies de interesse comercial.

Tirei daí: http://www.cm-nazare.pt/news/listnews.aspx?m=a23


Perceves com b, dos melhores que já degustámos


Na mesa, vinho tinto de Azeitão, um JP. Marido gosta de maduro, mesmo quando está no Minho, a terra dos vinhos verdes. São gostos, não os discuto.
Mas não foi por causa do vinho, esta foto. O destaque vai para os perceves. No Norte, são percebes, percebem? É o marisco que mais apreciamos, pelo seu autêntico sabor a mar. E tão perto que estávamos do mar...
Pois. A estória que quero contar é que foram comprados no Mercado de Caminha, acabados de apanhar. Brilhavam de frescos. Estávamos eu e Marido a olhar e a comentar o tamanho, quando a peixeira apareceu e se meteu entre nós, mas virado para ele. «Leve ó freguês, faço-lhe a sete e meio o quilo.» Nem queríamos acreditar. Em Lisboa ou mesmo na Ericeira, está-nos vedada esta iguaria, pelo preço que nos pedem e de tamanho mais pequeno.
E vieram connosco para casa. Com receita e tudo.
E a receita da senhora peixeira foi fácil de decorar: «coloquem ao lume um tacho com bastante água, sem sal e quando ferber colocam lá dentro os percebes (que entretanto foram passados à torneira porque sim). Quando a ferbura torna álebantar, apagam o lume. Probem a água, se precisar de sal, ponham só um bocadinho e esperem, que eles tomam-lhe o gosto».
Tal e qual. A seguir (espera desesperante) foi deixá-los arrefecer e pôr um vinho verde a gelar. Desta vez provei o Leira do Canhoto, de Melgaço.
Um excelente pitéu.



And I say: Thank you Finns, I love you too.


Would not it be funny if all European Union countries could make a short video with their own history and share it on YouTube with all EU countries?

What the Finns need to know about Portugal | O que os Finlandeses precis...




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O Bucho e a Tigelada

Confraria do Bucho apresenta dois candidatos às 7 Maravilhas
A Confraria Gastronómica do Bucho de Arganil vai apresentar uma dupla candidatura ao concurso “7 Maravilhas da Gastronomia”. Assim, na categoria “entradas”, apresenta o bucho e para os doces elegeu a tigelada de Torrozelas. O anúncio foi feito pela mordomo-mor, Fernanda Maria Dias, na mata da Misericórdia, escolha que justificou tendo em conta que se trata de um «local emblemático» e de «encantamento».
Fernanda Dias explicou que o concurso pretende «promover a qualidade da gastronomia portuguesa como eixo central da identidade nacional e decisivo na escolha de Portugal enquanto destino turístico» e «constituir um roteiro gastronómico associado a todas as regiões do país». Muito embora existam outros produtos gastronómicos associados a esta confraria, como os cuscurães de Cepos e os torremos à moda de Santa Quitéria, da freguesia de Pombeiro da Beira, «foi consensual avançar com estas duas iguarias, o bucho e a tigelada», explicou.
A mordomo-mor disse ainda que o objectivo primordial desta candidatura, «para além de marcar presença neste importante concurso», passar por «reforçar o seu papel no seio do movimento confrádico nacional e, partindo da gastronomia, construir um presente que deverá obrigatoriamente revelar-se pró-activo, funcionando como factor de desenvolvimento local».
Fernanda Dias recordou ainda que a Confraria Gastronómica do Bucho de Arganil conta actualmente com o bucho de Vila Cova de Alva, já licenciado, enquanto o bucho de Folques se encontra em fase de licenciamento, o mesmo acontecendo com o bucho de Arganil e o bucho de São Martinho da Cortiça.
Miguel Ventura, presidente da ADIBER – Associação para o Desenvolvimento Integrado da Beira Serra, que dinamiza esta candidatura, considerou que «sejam ou não eleitas, primeiro pelos peritos, que farão uma análise das iguarias e, depois, pelos cidadãos, que terão oportunidade de votar nas iguarias que passarem à última fase, para nós são, de facto, duas maravilhas da gastronomia local». «Temos produtos de elevada qualidade», enfatizou o dirigente, dando conta que «iremos apresentar publicamente cinco candidaturas da região», designadamente a chanfana de Góis, o bucho e a tigelada de Arganil, o Queijo Serra da Estrela e os carolos de Vila Nova de Oliveirinha.
O presidente da ADIBER recordou ainda que «se criou um interesse por parte dos empresários locais em torno do aproveitamento do bucho e hoje podemos afirmar que estão em preparação um conjunto de investimentos que vão criar riqueza e postos de trabalho».

Bucho e tigelada precisam ser badalados
José Dias Coimbra, provedor da Misericórdia de Arganil e um dos principais mentores da criação da Confraria do Bucho, fez notar que «a melhor iguaria são as pessoas que vivem na Beira Serra e têm a coragem de confeccionar estas maravilhas». Com a sua forma peculiar de analisar as situações, Dias Coimbra entende que «o importante não é ganhar, porque as pessoas já ganharam quando se reúnem para promover este património». Todavia, não deixa de reconhecer a importância destas candidaturas, pois «não fazia sentido que concorressem todas as iguarias e o bucho e a tigelada não serem badaladas». «E isso é importante para nós todos», rematou.

Da última vez que entrei para o visitar, invadida por uma grande emoção, fiz questão de guardar esta imagem, agarrada que me pus ao leme do Navio Escola Sagres. Foi em 1999.
*A Pátria honrae que a Pátria vos contempla* é uma frase que conheço há muitos anos. Sou do Século passado, é natural sabermos estas coisas. É da autoria de José da Silva Mendes Leal, que em 1863 assim legislou quando era na na altura Ministro da Marinha e Ultramar (1820-1886) e está espalhada por alguns locais onde a colonização portuguesa se fez presente. Como, por exemplo nas Portas do Cerco, o lugar que marcava a fronteira entre o antigo território português de Macau e a China
Tem este post a minha vontade de lembrar aos portugueses, mesmo nesta época de azáfama, de crise monetária, de fome e de fartura, de ladrões e gente honrada, de coisas boas e coisas más, que quase passou 1 ano e ele está a chegar. Se o tempo ajudar, desejo esperar este Navio no Terreiro do Paço, com um lenço branco na mão, a acenar boas vindas.
Tem também o fito de avivar a lembrança - a quem aprecia e sonha com grandes viagens mas apenas viaja nas viagens de outros - a quem já esqueceu que Sagres deu a volta ao Mundo e já veleja por águas Mediterrânicas.
A notícia é:
- «Após quase um ano de viagem à volta do Mundo, o Navio-Escola SAGRES, comandado pelo Cap. Frag. Luís Proença Mendes, entrará a barra do Tejo na manhã da próxima quinta-feira, dia 23 de Dezembro. Tanto quanto julgamos saber, muitos velejadores e desportistas náuticos preparam já as suas embarcações, para irem saudar aquele que é um dos mais emblemáticos navios da Armada, no seu trânsito no Rio Tejo para a Base Naval, estimando-se que passe em frente a Belém cerca das 09h00. O Navio partiu em 19 de Janeiro, como tivemos oportunidade de noticiar na RM 954, percorreu cerca de 40.000 milhas em 5.500 horas de navegação e visitou mais de trinta portos estrangeiros, tendo sido visitado por cerca de 300.000 pessoas! A SAGRES é um veleiro com cerca de 90 metros de comprimento, 12 de boca e 6,2 de calado, deslocando 1940 tons, com quatro mastros, 23 velas, uma superfície vélica de 1.950 m2 e armação em barca, dispondo também de um motor auxiliar (1000 CV - 9 nós). Foi construído em 1937, na Alemanha, nos estaleiros da firma Blohm & Voss, em Hamburgo, juntamente com mais três navios semelhantes, o EAGLE, da Guarda-Costeira dos EUA, o MIRCEA, da Roménia, e o TOVARICH, da Rússia, a que se juntou, quase vinte anos depois, o GORCH FOCH, Navio-Escola da Marinha Alemã. A primeira viagem de circum-navegação da SAGRES teve lugar em 1978/79 e a segunda em1983/84, ocorrendo esta terceira edição cerca de vinte e sete anos depois.»
A toda a tripulação da Sagres e ao seu Comandante, desejo boa aportagem.

Porque sim, estou de acordo, assinei

Foi tornado mesmo agora público que o Orçamento de Estado para 2011 irá ser aprovado. Até o Senhor Presidente da República, pela 1ª vez, depois de reunido com os Conselheiros de Estado, vai declarar qualquer coisa. Decerto não vai ter nada a ver com esta petição. Sendo assim, já fui a http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N3117 e assinei.

A petição reza assim:

«PETIÇÃO A FAVOR DO FIM DA ATRIBUIÇÃO, ANTES DOS 65 ANOS DE IDADE, DAS PENSÕES DE REFORMA AOS DETENTORES DE CARGOS PÚBLICOS E POLÍTICOS, BEM COMO DA SUA ACUMULAÇÃO.


Para: Presidente da República, Assembleia da República, Primeiro Ministro
Exmo. Senhor Presidente da República
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República
Exmo. Senhor Primeiro Ministro

Assunto: Fim da atribuição, antes dos 65 anos, das pensões de reforma aos detentores de cargos públicos e políticos, bem como da sua acumulação.
Face à crise que o nosso país atravessa, bem como ao facto de estarem a ser impostas aos portugueses medidas brutais, tais como aumento de impostos, redução nos salários e remunerações, cortes nas pensões de reforma, cortes nos apoios aos trabalhadores desempregados, corte em todos os apoios sociais, aumento do preço dos medicamentos para os que deles necessitam, etc., etc.
Considerando que o Estado gasta anualmente milhões de Euros na atribuição de reformas e outras subvenções a actuais e ex-detentores de cargos públicos e políticos, num regime de privilégio inaceitável e moralmente condenável, tanto mais indecoroso face às restrições impostas aos trabalhadores e aos cidadãos portugueses mais carenciados e desprotegidos.
Considerando que as mais severas restrições devem incidir em quem mais pode e que o exemplo deve ser dado por quem tem tido a responsabilidade de governar ao longo de todos estes anos;
Considerando que a esmagadora maioria dos portugueses só adquire o direito à reforma ou aposentação aos 65 anos, de acordo com os salários que auferiram durante a sua vida activa e com os condicionalismos que a lei impõe;
Os cidadãos subscritores desta petição exigem:
1 – Que sejam cortadas, de imediato, todas as pensões de reforma atribuídas aos actuais e ex- detentores de cargos públicos e políticos que não tenham atingido ainda os 65 anos de idade.
2 – Que sejam cortadas, de imediato, todo o tipo de acumulações de pensões pelo exercício de cargos públicos e políticos e que estas também não possam ser acumuladas com remunerações auferidas no exercício das suas actividades profissionais.
3 - Que o cálculo e o regime para a atribuição das suas pensões de reforma sejam, de imediato, iguais às dos demais trabalhadores portugueses.
Setembro de 2010

Os signatários

»

Eu acrescento uma velha fórmula: A bem da Nação.

Poupar água, eis uma oportunidade diferente.

Torneira que poupa água desenvolvida em Portugal.
Quando penso que em minha casa a água para o banho, para a sanita e para beber tem a mesma qualidade - potável - fecho a torneira mais depressa.
Também a quantidade de água desperdiçada enquanto se espera que aqueça, é uma outra preocupação. Olhar para o ralo a escoar água potável apenas porque ainda não atingiu a temperatura esperada é, no mínimo, desumano.
Quem sabe das coisas e faz acontecer, neste caso os portugueses, então estamos de parabéns.
Fico à espera de mais notícias. Quem sabe se consigo aderir?

Diz-me onde moras... por Miguel Esteves Cardoso

Acho um piadão. A este Miguel. Aí fica o texto com um agradecimento à Teté:) por o ter enviado.
«Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo, há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide. Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide. Nunca mais ninguém o viu. Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia!
Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide e Moscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide.
Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umas águas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.
Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alfornelos, Murtosa, Angeja. ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola.
Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau. (...)
Ao ler os nomes de alguns sítios - Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para entrar na Europa.
De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai querer integrar?
Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses.
Imagine-se o impacto de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um jantar. Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata" (Espinho). E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz). É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto, para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro? Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do Garganta Funda.
Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga), mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso ?
Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?
É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra". Ninguém é do Porto ou de Lisboa. Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir.
Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro).
É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros ("I am from the Fountain of Drink and Go Away...").
Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa. Verá que não é bem atendido. (...) Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima !!! Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros. Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomes dos restaurantes giraços, tipo : Não Sei, A Mousse é Caseira, Vai Mais um Rissol. (...)
Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do Bogadouro (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi em Alçaperna (Lousã).»

Só quero acrescentar que há outros nomes de aldeias portuguesas que Miguel desconhece ou guardou para outra crónica. Aparecem na Nacional 2, entre o Distriro de Leiria e o da Lousã, já divulgados suficientemente. Assim, no mesmo contexto somo mais estes: Picha que é apenas um dos muitos nomes curiosos de aldeias que ficam nas redondezas de Pedrógrão Grande, no Distrito de Leiria. Também existem Venda da Gaita, Derreada Cimeira e Fundeira, Pesos e Senhor dos Aflitos. Miguel tem mesmo razão. É fartar de rir quando a alguém destas terras é perguntado sobre onde nasceu. Há que ter sentido de humor.

7 Maravilhas Naturais de Portugal

O Penedo de Góis, em Dezembro de 2006

O meu Penedo não foi um dos escolhidos para a final, como uma das maravilhas orgânicas e naturais do meu País. É que mereciam ganhar todas. São todas maravilhas naturais, sem a mão do homem a fazer a diferença.
Com a sua divulgação irão decerto contribuir para serem descobertas. Conhecê-las e conviver com as suas gentes é uma pílula de boa disposição.
Serão também convites a lembrar aos portugueses da necessidade de não estragar, não emporcalhar, como tenho constatado e de revisitar a memória tantas vezes esquecida, de todos os que lá têm as suas raízes.
Do Portugal que eu conheço, por ter lá estado de pés assentes no chão, escolho estas 6 e mais uma que ainda não conheço*:
Ria Formosa na categoria Zona Marinha
Parque Nacional da Arrábida na categoria Grandes relevos
Parque Nacional da Peneda-Gerez na categoria Zonas Protegida
Grutas de Mira de Aire na categoria Grutas e Cavernas
Portinho da Arrábida na categoria de Praias e Falésias
*Lagoa das 7 cidades na categoria de Zonas Aquáticas não marinhas

São locais lindos situados em Portugal, na zona Ocidental do Continente Europeu e no Oceano Atlântico. Venham até cá. Os de cá, fiquem por cá. Reinvistam em nós. Merecemos e precisamos.

Se tiver tempo, veja. Vale a pena.

O Arquipélago dos Açores dorme no meio do Oceano Atlântico, a cerca de 1.600 quilémetros de Portugal continental e 2.000 do Canadá. Pelas suas condições excepcionais e por estar rodeado das águas temperadas da Corrente do Golfo, estas ilhas desenvolveram o seu próprio ecossistema. O clima é tão imprevisível que, na zona, é habitual dizer-se que, num só dia, podem experimentar-se várias estações. Os mitos e lendas que envolvem estas ilhas mágicas datam dos textos de Platão que falam da Atlântico...

Buscado d'aqui

As escolhas políticas têm custos altos

"Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:
- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa. - Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.
Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém! "

Miguel Sousa Tavares in Expresso

Lá teve que ser...

Retirado daqui.
Dias Loureiro é o quarto membro a sair do Conselho de Estado desde que Cavaco tomou posse
27.05.2009 - 21h25 Lusa

Dias Loureiro, que hoje renunciou ao cargo de conselheiro de Estado, foi o quarto membro a sair daquele órgão político consultivo do Presidente da República desde que Cavaco Silva tomou posse. Dos 19 membros do Conselho de Estado a que Cavaco Silva deu posse a 6 de Abril de 2006, renunciaram entretanto ao cargo Marques Mendes, em 2007, Manuela Ferreira Leite e Jorge Coelho, em 2008, além de Dias Loureiro, que hoje comunicou a Cavaco Silva a decisão.

Manuela Ferreira Leite, que deixou o lugar no Conselho de Estado após ter sido eleita presidente do PSD, e Dias Loureiro foram convidados por Cavaco Silva para aquele órgão.Marques Mendes, que saiu de conselheiro após ter perdido as eleições internas na liderança do PSD, e Jorge Coelho, que renunciou ao cargo quando aceitou o convite para a vice-presidência da construtora Mota-Engil, foram indicados pela Assembleia da República.O Conselho de Estado, órgão político de consulta do Presidente da República, é presidido por Cavaco Silva e composto pelo presidente da Assembleia da República, pelo primeiro-ministro, pelo presidente do Tribunal Constitucional e pelo provedor de Justiça. Fazem ainda parte deste órgão os presidentes dos governos regionais, os antigos presidentes da República eleitos na vigência da Constituição que não tenham sido destituídos do cargo, cinco cidadãos eleitos pela Assembleia da República e cinco cidadãos designados pelo Presidente da República, grupo onde se inseria Dias Loureiro. Segundo o Estatuto dos Membros do Conselho de Estado, os membros do Conselho de Estado designados pelo Presidente da Republica, como é o caso de Dias Loureiro, são "substituídos definitivamente, em caso de renúncia, morte ou impossibilidade física permanente". O diploma estabelece igualmente que a substituição é "feita através de designação pelo presidente da República do membro ou membros substitutos". De acordo com o diploma, os conselheiros de Estado só podem cessar funções por decisão própria, morte ou incapacidade permanente, ou por deliberação do órgão, ainda que sejam levados a julgamento em processo-crime. Se um conselheiro for alvo de procedimento criminal e indiciado definitivamente por despacho de pronúncia [vai a julgamento], tem de ser o Conselho de Estado a deliberar se suspende ou não o seu mandato, "salvo no caso de crime punível com pena maior"."Movido procedimento criminal contra algum membro do Conselho de Estado e indiciado este definitivamente por despacho de pronúncia ou equivalente, salvo no caso de crime punível com pena maior, o Conselho decidirá se aquele deve ou não ser suspenso para efeito de seguimento do processo", refere ainda o diploma. Os cidadãos nomeados para o Conselho de Estado através do Presidente da República ou do Parlamento cessam funções em simultâneo com os órgãos que os nomearam. Por seu lado, todos os outros mantêm-se como conselheiros de Estado enquanto exercerem os respectivos cargos.
Desde Março de 2006 que Cavaco Silva reuniu por três vezes o Conselho de Estado.

Agora, é esperar pelo desenrolar da telenovela.

Política, Portugal, Poema

Suspiro por outros tempos que hão-de vir. Que mal me sinto viver no meu País no tempo actual. Quanto mais se comunica, menos se informa, portanto mais se desinforma. Mas um bem hajam. Sem liberdade de imprensa, não há democracia.

Ora bem. Estou a viver um tempo de ausências. Das que me assustam mais: Ausência de palavra; Ausência de vergonha; Ausência de carácter; Porquê? Que ânsias estas de percorrer caminhos paralelos que leis e normas sociais condenam. Onde estão os Homens sérios? César tinha uma mulher que para além de séria tinha de parecer ser séria! Estes 'apontados de' nos tempos que correm, são uns infelizes. Mas não se enxergam. Eu?! Eu?! São cabalas meus senhores. Invejas do que consegui com o meu paleio. Coitadinhos dos Homens-políticos do meu País. Trocaram o ser pelo parecer. Que exemplos meus senhores.

Cá estamos de novo em ano de eleições. Para o Parlamento europeu e para o nosso Par-lamento. Por mim desejo muuuito que o senhor Paulo Rangel vá. Saia de cena e leve a sua voz, os seus gestos, a sua pessoa. Ui! Vá e junte uns tostões. Não gaste tudo! Olhe que por cá, a vida está má!Vá aprender a ser oposição e a ter ideias e a concretiza-las.
Agora nós, por cá. A cada quatro anos surge uma possibilidade de renovação nos cargos políticos. Mas que políticos? Para estas eleições desejo que, à falta de melhor, ganhe e governe quem tiver mais votos. É isso. E é muito bom este presságio. Ele há por aí países onde isto não acontece.
Imagino: Desempregados inscritos nos partidos, de braços no ar e pontas de pés: Arranja-me um cargo! Pode ser na tua empresa com certeza eu dava conta do recado e pra ti era uma sossego. Diminuíam as estatísticas do desemprego. Algumas destas palavras são de Sérgio Godinho, lembro. E o raciocínio segue: - cada um desses cargos também traz consigo a possibilidade de serem nomeados outros tantos. Ele é secretários-de-secretários-de-secretários. E há por aí tanta gente sem fazer nada; - E mais os que ficaram para trás, porque os votos não chegaram para os eleger de novo. Coitados? Não! Os mais notórios, os que marcaram o seu nome na carreira política porque tiveram uma intervenção com responsabilidade, a de governar em algum tempo, bem ou mal, vão aparecendo, mais cedo ou mais tarde, participantes em escabrosas telenovelas, em directo na televisão.

Quem é esta gente que actualmente nos representa no hemiciclo de S. Bento? Foram à vida deles, como antes de serem políticos? Não. Andam por lá... os 'novos funcionários públicos com cargos' em empresas públicas. Maioritariamente advogados. Todos se conhecem, trocam de poleiros (agora é PS, agora é PSD) só que ninguém os apanha com a boca na botija, se eles próprios não se denunciarem. São os Pares. São os idênticos. Não ponho a mão no fogo por nenhum deles. Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades. Verdades? O que é isto de verdade? Mesmo quando dão azo a serem difamados na praça pública, eles não querem largar o osso! Pelo menos para limparem a baba dos queixos ou o suor da testa! Não. Continuam lambuzados, são sujeitos a interrogatórios pelos pares e juram a pés juntos que não roeram o osso, que não roeram o osso, pela santa mãezinha deles ... e por lá andam mais um mês, mais uns dias. Afinal tudo somado, no fim dá cá uma reforma! O senhor PR passa-lhes a mão na cabeça - já foram pares, eles conhecem-se, eles juraram que não roeram o osso, o PR acredita - e? Nada. Pelo menos até hoje.

Entretanto é ouvi-los nas arruadas, nos Mercados. É outra a telenovela, mas as vítimas são as mesmas. Nós. Precisam do nosso voto agora. Mas não é sempre. É só quando temos capacidade... de não fazer má figura porque não nos ensinaram o que é isso de estar na europa dos ... não sei quantos. Enfim.

Saravá meu pai, como dizem os nossos irmãos em língua. Nada acontece. Só ruído mediático. Cansa. Ufa!
Aqui estou eu, divertidíssima, na minha vidinha singela de dona de casa, a dar-me ares de entender alguma coisa destas coisas, como se não tivesse mais nada para fazer. Querem o meu voto? Ora tomem! No poema a seguir.
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Sou um ser único /
Somos todos seres únicos /
Por que então esta vontade /
De ser igual a todo mundo /
Por que seguir as regras /
Estabelecer parâmetros /
E marginalizar o que é diferente? /
Hoje não há distância /
Que não seja vencida /
Todos os lugares do mundo /
Estão povoados /
As cidades todas se parecem /
As pessoas todas se massificam ... /
Falam do povo, como se o povo /
Fosse um ser gigante /
Esquecem /
Que ele cada indivíduo /
Com suas vontades e desejos /
Com seus sonhos e medos... /
É preciso se sentir absoluto /
É preciso dar asas à imaginação /
É preciso dar ao homem liberdade /
De ser, sentir, estar, viver... /
Ou corremos o risco /
De nos tornarmos cópias /
Fantoches /
Nas mãos de alguns artistas /
Que loucos, traçarão o roteiro /
E encenarão a história /
Das nossas vidas...


Poema de Nydia Bonetti, retirado daqui.

Flor-de-lis



Não é porque *O* festival da eurovisão de há uns anos para cá me entretenha um bocadito. Não. Deixei de assistir e pronto.

Como gostei da canção que por acaso ouvi porque, en passant, parei o zapping e assisti ao nosso festival, vou logo dedicar um pouco do meu precioso tempo a dar-lhe força. Moral, que não penso gastar um cêntimo a dar-lhe votos. Eles que se entendam. Eles, os países claro.

Este coisa do festival da eurovisão, já deixou de sê-lo. Perdeu a inocência há muitos anos, embora a marosca do voto dos *amigos* existisse.

Aos Flor-de-lis desejo boa representação, já que são portugueses e já que lá estão. São bonitos, alegres. Tocam instrumentos que adoro ouvir. Ela, a cantora, tem uma belíssima voz. Como qualquer outra gordinha mexe-se bem e é bonita. Uma canção muito feliz, para mandar para a terra de *Put in*. Mais do que boa.

Espero por cá mais, dos mesmos ...