Há vizinhos e vizinhos. Lá no sítio na serra, a sul, encostada à nossa casinha, está arranjada e de pé a que foi o Lar de meus Bisavós maternos. O primeiro *caneco* e sua mulher. Do outro lado virado a Norte, temos este primo-vizinho-invasor-farfalhudo-e-misto, que a foto apresenta.
1- Quando se tem um primo-vizinho assim, que vai crescendo conforme a sua natureza quer e envolve as pedras que já foram paredes e agora são uma ruína ...
2 - Quando o(s) primo(s)-dono(s) deste farfalhudo e misto terreno se esquece(m) que não é permitido este tipo de vizinhança ...
3 - Quando as senhoras silvas que moram nesse terreno crescem e seguem por onde lhes dá na gana, penetram no nosso muro divisório e entram páteo adentro sem serem convidadas ...
4 - Quando tudo se repete todos os anos, e todos os anos chamamos a atenção do(s) primo(s)-vizinho(s), e nada por ele(s) é feito para minimizar o abandono e a invasão destes farfalhudos verdes ... que mais podemos fazer senão ir-mos nós, em pessoa e nas férias, invadir o terreno deste primo-vizinho-invasor-farfalhudo-e-misto de máquina em punhos, aparar uma faixa paralela ao muro, fazer portanto o que é preciso ser feito ...
Estará correcto?
Pensamos que não.