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Entrámos aqui também. Praticamente em frente da Herdade dos Coelheiros. Estava aberto o portão, entrámos e subimos, mas não se ouvia ninguém. O silêncio tinha de ser quebrado. Mostrámo-nos, saindo do carro e batendo as portas com força. Logo apareceu um simpático jovem, de botas de borracha, com um sorriso na cara e informou-nos que estavam abertos. Enquanto eu cliquei esta brancura, marido fez as perguntas. Daqui também não trouxemos vinho. Pelo mesmo motivo anterior.
Então, viemos para a rota dos vinhos alentejanos e não levamos vinho? À garrafa é muito caro e os «páques» são só de 5 litros, o que também sai caro.
Tudo bem. Deve haver mais por aí, né?
E voltámos à estrada. No sentido contrário à Igrejinha. O estômago já pedia umas migas...
Pela simpatia também fui procurar e encontrei. Só pela abertura, vale a pena aqui entrar.
http://www.montedopintor.com/menu.htm
NOTA: a 1ª foto, se clicar para aumentar, vai encontrar um pássaro negro, daqueles que cantam pela madrugada.
Um àparte para este casal: D. Maria José, alentejana vaidosa, que se deixou fotografar porque a convenci de que estava muito bem, bastava tirar o chapéu de abas, e seu marido, o Sr. José, que logo se prontificou a ficar no clic. Uma imagem que não vou esquecer, pela simpatia.

Esta Herdade - http://www.comendagrande.com/vinhos/historia.php - a terceira a ser visitada, conseguiu vender-nos vinho. Pela conversa simpática, tranquila daqueles compadres. E nós, mais eu que Marido, lá levámos 3 «páques» de 5 litros. Um tinha de ser branco - as mulheres não gostam mais de branco?. Para as minhas férias, na serra, lá para fins de Agosto, quando o calor apertar ...
Um sítio a visitar, a permanecer, mesmo que não compre nada.

Para além do vinho, há borregos

Esta é a Preta (cão d´agua?), cadela apresentada pelo casal simpático. Andou a rondar-nos e quando a cumprimentei, ela parou, olhou-me e deitou-se oferecendo a barriguita às festas que lhe fizemos. Até a bichinha era simpática, acolhedora, silenciosa.
Despedimo-nos. Neste Monte da Comenda Grande, perde-se de vista os limites. Estes borregos pertencem ao sítio. Imensos. Apetecia-me saltar a rede e ir até eles.