Teste sobre sua saúde
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Obrigada J. P. - Já agora o resultado: sou um bocadinho mais velha por dentro ...
Serviço de Pediatria do IPO de Lisboa celebra protocolo com a TAP
.../
Considerando,
a) que a TAP desempenha um papel indiscutível na relação com os países africanos de expressão portuguesa e que assume a sua responsabilidade social procurando em cada momento, compatibilizar as suas exigências comerciais e financeiras com o seu empenhamento em causas sociais;
b) que o IPO-Pediatria é um serviço de inquestionável mérito e que tem uma especial intervenção junto de crianças com dificuldades económicas oriundas de países africanos de expressão portuguesa;
é celebrado e reciprocamente aceite o presente protocolo, que se regerá pelas seguintes cláusulas:
.../.
Notícia aí: http://www.ipolisboa.min-saude.pt/default.aspx?tag=content&contentid=7433* Há uns caminhos há muito traçados e muito percorridos, que não foram fechados nem desviados. Aquilo que somos, deriva de quem já fomos.
* Somos um País pobre. Não temos petróleo. Não temos ouro nem diamantes.
* Somos um País que ajuda outros Países mais pobres do que nós.
* Temos Empresas Públicas de boa vontade e «cérebros» a trabalhar na Saúde, que não saíram de cá à procura do vil metal.
* Sinto que continuamos nos bons caminhos, quando continuamos a destinar camas da Pediatria do IPO de Lisboa para tratar crianças dos PALOP's.
Estamos bem. Estou bem.
Notícia agradável
Parabéns Doutor Manuel Abecassis. Parabéns À UTM do IPO de Lisboa, também. Sinto muito orgulho por vós, pela equipa que há tantos anos se dedica aos transplantes de medula. Desejo-vos sucesso.
Da minha janela
Da minha janela virada a Norte, sente-se ainda o calor do Sol, a pôr-se. Parece um local onde se chocam pintos. Chão, vidros, paredes, quentes demais. A minha graça é uma flor, mas pessoalmente, é-me difícil enfrentar temperaturas perto dos 40 graus Centígrados. Já me chegam os ralos que não se calam um bocadinho. Não sou de estufa, sou de campo. O meu Anthurium andreanum, de vaso, adora este calor, mesmo em fim de mais uma tarde de Agosto. Mas ele é realmente uma flor, eu só possuo o nome de outra.
A ver se refresca um pouco lá fora para poder arejar a casa. É um pandemónio de cortinas e cortinados sempre que autorizo os ventos a cruzarem-se. Felizmente que correntes de ar não me afectam. Marido costuma dizer que a nossa casa é a casa dos ventos.
Do portal do Ministério da Saúde, retirei estas recomendações para a prevenção dos efeitos do calor intenso:
. Aumentar a ingestão de água ou sumos de fruta natural sem adição de açúcar, mesmo sem ter sede.
- As pessoas que sofram de doença crónica ou que estejam a fazer uma dieta com pouco sal ou com restrição de líquidos, devem aconselhar-se com o seu médico ou contactar a Linha Saúde 24 - 808 24 24 24.
. Evitar bebidas alcoólicas e bebidas com elevados teores de açúcar.
. Os recém-nascidos, as crianças, as pessoas idosas e as pessoas doentes podem não sentir ou não manifestar sede, pelo que são particularmente vulneráveis. Ofereça-lhes água e esteja atento e vigilante.
. Devem fazer-se refeições leves e mais frequentes. São de evitar as refeições pesadas e muito condimentadas.
. Permanecer duas a três horas por dia num ambiente fresco, ou com ar condicionado, pode evitar as consequências nefastas do calor, particularmente no caso de crianças, pessoas idosas ou pessoas com doenças crónicas. Se não dispõe de ar condicionado, visite centros comerciais, cinemas, museus ou outros locais de ambiente fresco. Evite as mudanças bruscas de temperatura. Informe-se sobre a existência de locais de "abrigo climatizados" perto de si.
. No período de maior calor tome um duche de água tépida ou fria. Evite, no entanto, mudanças bruscas de temperatura (um duche gelado, imediatamente depois de se ter apanhado muito calor, pode causar hipotermia, principalmente em pessoas idosas ou em crianças).
. Evitar a exposição directa ao sol, em especial entre as 11 e as 17 horas. Sempre que se expuser ao sol ou andar ao ar livre, use um protector solar com um índice de protecção elevado (igual ou superior a 30) e renove a sua aplicação sempre que estiver exposto ao sol (de 2 em 2 horas) e se estiver molhado ou se transpirou bastante. Quando regressar da praia ou piscina volte a aplicar protector solar, principalmente nas horas de calor intenso e radiação ultravioleta elevada.
. Ao andar ao ar livre, usar roupas que evitem a exposição directa da pele ao sol, particularmente nas horas de maior incidência solar. Usar chapéu, de preferência com abas largas, e óculos que ofereçam protecção contra a radiação UVA e UVB.
. Evitar a permanência em viaturas expostas ao sol, principalmente nos períodos de maior calor, sobretudo em filas de trânsito e parques de estacionamento. Se o carro não tiver ar condicionado, não feche completamente as janelas. Levar água ou sumos de fruta naturais sem adição de açúcar para a viagem e parar para os beber. Sempre que possível viajar de noite.
. Nunca deixar crianças, doentes ou pessoas idosas dentro de veículos expostos ao sol.
. Sempre que possível, diminuir os esforços físicos e repousar frequentemente em locais à sombra, frescos e arejados. Evitar actividades que exijam esforço físico.
. Usar roupa larga, leve e fresca, de preferência de algodão.
. Usar menos roupa na cama, sobretudo quando se tratar de bebés e de doentes acamados.
. Evitar que o calor entre dentro das habitações. Correr as persianas ou portadas e manter o ar circulante dentro de casa. Ao entardecer, quando a temperatura no exterior for inferior àquela que se verifica no interior do edifício, provocar correntes de ar, tendo em atenção os efeitos prejudiciais desta situação.
. Não hesitar em pedir ajuda a um familiar ou a um vizinho no caso de se sentir mal com o calor.
. Informar-se periodicamente sobre o estado de saúde das pessoas isoladas, idosas, frágeis ou com dependência que vivam perto de si e ajudá-las a protegerem-se do calor.
. As pessoas idosas não devem ir à praia nos dias de grande calor. As crianças com menos de seis meses não devem ser sujeitas a exposição solar e deve evitar-se a exposição directa de crianças com menos de três anos. As radiações solares podem provocar queimaduras da pele, mesmo debaixo de um chapéu-de-sol. A água do mar e a areia da praia também reflectem os raios solares e estar dentro de água não evita as queimaduras solares das zonas expostas. As queimaduras solares diminuem a capacidade da pele para arrefecer.
Hoje, passados 6 dias sobre o dia da foto, a temperatura baixou, os ralos continuam o seu canto mas continua um bom tempo para quem está a passar férias.
.../ um país que precisa de um salvador não merece ser salvo".
Góis, vista parcial clicada por EuzinhaECONOMIA - 07-05-2010Pasmei porque se-me-fez uma luz no cérebro sobre outra notícia, ou talvez não notícia alguém me tire dúvidas depois de ler, relacionada com Góis e a Saúde ou a falta dela e precisarem de um médico, logo de uma consulta no SAP de Góis que parece que ia fechar, mas depois até não, está publicada aqui e aqui, o segundo referenciando o primeiro, ao fim ao cabo não percebo uma notícia tão grande para não ser notícia nenhuma.
O maior investimento dos «últimos séculos» no concelho de Góis está a caminho, é ambicioso e vai ser uma realidade em Junho de 2012. Com um investimento na ordem dos 50 milhões de euros, dentro de cinco anos estará de pé aquele que é considerado por Lurdes Castanheira, presidente da autarquia de Góis, como o «maior investimento dos últimos séculos no concelho».
Designado por Health Resort Nature Góis, trata-se de uma unidade hoteleira e SPA, com 86 apartamentos, 34 vivendas autónomas, residências medicalizadas. Vai nascer na Quinta do Baião e vai ter também um jardim infantil, uma creche e até um heliporto. A unidade vai estar dimensionada para receber até 460 pessoas e mais 300 utentes que necessitem de cuidados permanentes. Turismo, saúde e bem-estar, num complexo de quatro estrelas, amigo do ambiente, que prevê criar perto de 500 novos postos de trabalho directos e indirectos. Retirei daqui.
O horror, escreveu Conrad. A cada um o seu...
Tirado daqui.
Monitorizar a gripe com a participação de todos
Acompanhando a actividade esperada da gripe, o Gripenet recolhe dados de Novembro a Maio. É com base nesses dados, recolhidos em questionários on-line, que é feita a monitorização da epidemia sazonal. Contudo, o site de suporte ao projecto está activo durante todo o ano, de forma a fornecer informação sobre a doença e as temáticas com ela envolvidas. O site www.gripenet.pt é o maior repositório de conteúdos on-line em língua portuguesa sobre a gripe. Todos podem participar na monitorização Gripenet. Basta residirem território nacional e possuir endereço de correio electrónico»
Os participantes recebem semanalmente uma newsletter com curiosidades e notícias sobre a gripe.
Eu inscrevi-me. E repasso aos visitantes deste sítio.
Um minuto para salvar uma vida
Em Portugal, morrem anualmente 15 mil pessoas por paragem cardio-respiratória (PCR) e mais de metade já chega ao hospital sem vida. Foi esta preocupação que deu origem a um projecto de I&D com o objectivo de diferenciar a comunicação na área da emergência médica – apresentado formalmente, ontem de manhã, no Centro de Simulação Biomédica dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), com a presença do secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro.
«Estás preparado para agir?» é o nome do DVD educativo que explica o que é um PCR, o que é a cadeia de sobrevivência e como agir para socorrer uma vítima. O produto de comunicação sobre «Cadeia de Sobrevivência» e «Suporte Básico de Vida» foi desenvolvido em parceria entre a empresa Take The Wind e o Centro de Simulação Biomédica dos HUC, tem a duração de 18 minutos e é legendado em português.
Andar descalça na areia molhada faz bem?
Informação retirada da Revista Vida Simples
Já fui muito feliz nesta cidade, há muitos anos atrás
Na terra de Eduardo dos Santos, quando ainda não era ele o Senhor-Absoluto, vivi com a minha família durante 1 ano escolar. Luanda. Só um ano e ganhei-lhe amor. Quando ouço e vejo notícias, penso sempre nas colegas que tive na Escola Comercial Vicente Ferreira. Como estarão? Sobrevivem a este caos ou viverão noutro patamar? Era uma teenager em 1970/71. Só tenho boas recordações dessa época. Vivia na Baixa da cidade, na Rua Salvador Correia. Da varanda, desfrutava de toda a Baía. Mais ao longe, a Ilha. Adorava a Baía, as suas águas e as regatas de fim de semana. Foi lá que aprendi a nadar. Lá, era preciso saber nadar. Tinha comprado o meu primeiro fato de banho de duas peças, aqui, no puto. Não podia ficar o tempo todo na areia, ao sol, embora nesse tempo não se previsse o mal que o bronzeado natural poderia fazer à nossa pele ...
E então aprendi a nadar na Baía de Luanda, ao lado da Base Naval, onde o senhor meu Pai cumpria 5 anos de missão. E também noutro local, embora na água doce, onde era mais pesadita e tinha de me esforçar mais para não ir ao fundo. Aos sábados, D. Alexandra, vizinha do lado, simpatiquíssima, levava-me juntamente com seus netos, à piscina Nuno Álvares, inserida num club que havia à entrada da Ilha de Luanda, do lado direito. E ficar de môlho, não dava jeito nenhum. Recordo o senhor meu Pai que fez questão de me dar umas dicas: - aprende a flutuar, sem medos. Daí a saberes nadar, é um pulo. Tens de perder o medo e engolires uns pirolitos...
E eu deitei-me sobre as ondinhas de água salgada, transparente, azulada. Batia com o rabo na areia, mas esticava-me logo a seguir,puxando o pescoço para trás o mais que podia. Mexia pernas e braços sem sair do mesmo sítio. Pouco e pouco entreguei-me, deixei-me levar no balanço. E deixei que as águas me tapasses a cara. E engasguei-me. E sufoquei com o «goto» invadido pelo sal. E teimei em deitar-me sobre as ondinhas. E deixei-me embalar, a olhar o céu, com os ouvidos cobertos pela água salgada. Até que não me engasguei mais. Ou antes, o engasgamento não me assustava mais. E perdi o medo. Aí, o senhor meu Pai disse-me: Já não te afogas!
Como estarão hoje as águas da Baía de Luanda? Poderia eu nadar nelas, hoje? E os meninos de lá, terão ainda alguma Baía para poderem nadar? Ainda haverá camarões a desovar nessas águas? Que pena. Quero não pensar nisto. Mas não consigo.
«.../Angola do petróleo, do diamante e muita madeira / Angola do paludismo, febre tifóide e muita diarreia » como canta Dog Murras, em http://cabinda.unblog.fr/2008/02/07/tchize-dos-santos-lanca-forte-apelo-a-tolerancia-na-sociedade-angolana/
Síndrome do pânico?
Só hoje, passadas duas semanas, consegui voltar a este assunto.
Rastreio do Cancro do Colo do Útero
Consultem este sítio, e façam valer a vossa cidadania, assinando a petição on-line.
Consultem este sítio e tornem a ler a mensagem de Dr. Daniel Pereira da Silva director do Serviço de Ginecologia do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra
Ausente com olhos de coruja
Estória II - Não é coisa que me agrade, isto de eu ter de ir aos médicos. Quando a família me pergunta o que é que ele disse? eu respondo - mas sou eu que falo! E não é? No fim eu é que falei, apesar da minha dificuldade em expressar ao médico as minhas queixas. Eu não me sei queixar. Fico atrapalhada com as palavras, não sei por onde começar e só se apresento alguns exames complementares que me foram pedidos, arranco. Por defeito do ofício, talvez. Não sendo médica, trabalhei ao lado deles e ouvi muitos doentes. Após tantos anos, aprendi que é melhor ser precisa e rápida nas queixas a apresentar. E a coisa que até vai bem pensada, por vezes não sai da mesma maneira, perco-me e há dúvidas que deixo por tirar. Só me recordo quando já estou cá fora. Nervuus...
Tudo isto para dizer que uma simples visita ao Oftalmologista me deixou impedida de ler, de vir até aqui, de olhar para a televisão durante 4 dias. Muito a custo a pupila lá fechou. O exame ao fundo do olho é uma coisa complicada. Não é doloroso, mas sempre que foi preciso fazê-lo, deixou-me com olhos de coruja durante mais tempo do que o desejável. Mas já estou de volta.
Para melhor documentar olhos de coruja, fui aqui - http://www.kalinesia.com/ - roubar uma imagem.
AIDS ou SIDA - Entendam!
Neste momento em todo o mundo, calcula-se que 1 pessoa, em cada 10 segundos que passam, morre de Sida .
