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Na mesma estrada, 3 locais de bom vinho

Para quem sai de Igrejinha, à esquerda, vai encontrar lá à frente, três paragens obrigatórias. Esta foi a primeira. Herdade dos Coelheiros. Conhecem o vinho daqui?



Pela simpatia no atendimento na Loja, pela qualidade do vinho que já conhecemos (mas não comprámos porque não tinham «páques de 10 litros»), busquei informação sobre este sítio maravilhoso e deixo aqui:
«A Herdade dos Coelheiros é uma propriedade familiar, com cerca de 800 ha, situada na histórica Rota dos Vinhos do Alentejo. A Herdade dos Coelheiros desenvolve várias actividades e produções, derivadas das culturas das vinhas, olival, pomar de nogueiras, montado e do couto turístico de caça, mantendo todas as características da tradição do Alentejo. Em perfeita comunhão com a Natureza, o Monte de Coelheiros proporciona a vivência e conhecimento das actividades agrícolas e da caça, a degustação dos vinhos Tapada dos Coelheiros, Vinha da Tapada Coelheiros, e da gastronomia regional, os passeios guiados, acolhendo o visitante durante uma confortável estadia, num universo pitoresco e histórico característico da região de Évora.»
Valeu pelo passeio, pelo passeio da Bi e pela companhia de Vanda.

E à terceira, foi de vez

Comprámos aqui. Não podíamos vir para Lisboa, de mãos a abanar. Não havia de 10, comprámos de 5. E até provei. O tinto e o branco ... ai o branco!
Um àparte para este casal: D. Maria José, alentejana vaidosa, que se deixou fotografar porque a convenci de que estava muito bem, bastava tirar o chapéu de abas, e seu marido, o Sr. José, que logo se prontificou a ficar no clic. Uma imagem que não vou esquecer, pela simpatia.

Esta Herdade - http://www.comendagrande.com/vinhos/historia.php - a terceira a ser visitada, conseguiu vender-nos vinho. Pela conversa simpática, tranquila daqueles compadres. E nós, mais eu que Marido, lá levámos 3 «páques» de 5 litros. Um tinha de ser branco - as mulheres não gostam mais de branco?. Para as minhas férias, na serra, lá para fins de Agosto, quando o calor apertar ...
Um sítio a visitar, a permanecer, mesmo que não compre nada.

Para além do vinho, há borregos

Esta é a Preta (cão d´agua?), cadela apresentada pelo casal simpático. Andou a rondar-nos e quando a cumprimentei, ela parou, olhou-me e deitou-se oferecendo a barriguita às festas que lhe fizemos. Até a bichinha era simpática, acolhedora, silenciosa.
Despedimo-nos. Neste Monte da Comenda Grande, perde-se de vista os limites. Estes borregos pertencem ao sítio. Imensos. Apetecia-me saltar a rede e ir até eles.

Barragem do Divor

Depois de almoçar no snack-bar Prates, na Igreginha, contornámos e metemos por uma estrada e percorremos meia dúzia de quilómetros e ei-la: a Barragem do Divor. Que belo sítio para um pic-nic.
A Barragem do Divor foi construída em 1965, tendo a sua água sido, desde então, utilizada para abastecimento público e, sobretudo, para rega.
Dá-me idéia que no Verão se devem juntar por lá muitos «compadres», poi é um local muito aprazível.

Haviam bastantes pescadores e o arvoredo convidava a uma sesta.