RTP - TRÊS CANTOS: JOSÉ MÁRIO BRANCO, FAUSTO E SÉRGIO GODINHO (+ informação)
Pois foi. Perdi os espectáculos, mas não o programa. Às 10:00h de sábado passado sentei-me em frente à televisão, sintonizada no Canal 1. Esperei, como a marcar lugar. A RTP transmitiu. Cantei. Já passava da meia-noite, e eu a cantar. Emocionei-me. Três artistas fabulosos. Que viagens no tempo, ao cantá-los, como uma quarta voz. De entre mais de 30 cantigas escolhidas, 10 a cada um, a caber num determinado horário de transmissão, apresentaram estas e mais algumas que não ficaram bem gravadas no meu telélé. A imagem e o som não foram gravados em simultâneo... ou se foram, não se reproduziram com um mínimo de qualidade.
Quanto à actuação daqueles 3 mais uns tantos, bis. Peço bis. Repitam. Por favor.
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Maria Escandalosa de 1955 !!!
Outra música de Carnaval. Foi ouvida muitos anos após a estreia. E lá íamos dando às ancas, cantando o refrão em voz alta, acompanhando o som desta musiquinha, gravada em disco de vinil.
Maria Escandalosa, desde criança sempre deu alteração
Na escola, não dava bola
Só aprendia o que não era da lição
Depois, a Maria cresceu, juízo, que é bom, encolheu
A Maria Escandalosa, é muito prosa, é mentirosa, mas é gostosa.
Gostou? Então clica aqui e escuta mais!
E mais esta
A foto é minha, tirada em 2008, mês de Junho, na Manta Rota. Não sei porque deram à costa sem vida, dezenas ou centenas de estrelas do mar, ainda jovens.A canção é de 1952, um ano antes de eu nascer. Por este motivo, relembro-a. Era cantada lá em casa. A intérprete é a brasileira Dalva de Oliveira.
Um pequenino grão de areia
que era um pobre sonhador,
olhando o céu e viu uma estrela
e imaginou coisas de amor...
Passaram anos, muitos anos
Ela no céu, ele no mar,
dizem que nunca o pobrezinho
pôde com ela se encontrar.
Se houve ou se não houve alguma coisa entre eles dois,
ninguém sabe até hoje explicar
O que há de verdade é que depois, muito depois,
apareceu a estrela do mar...
Gostou? Então clica aqui e escuta mais!
Esta coisa da Internet é um bem precioso. Encontrei um link - http://www.youtube.com/watch?v=EhHKTBOsBPI - que nos leva a ouvir e a ver Dalva de Oliveira. Como eram todos magrinhos nessa altura. Porque seria?
Allah-lá-ô - outra ternurinha
Em tempos de Carnaval, há muitos anos, bailes. Grupos em bicha de pirilau, braços esticados e mãos colocadas nos ombros da frente, lá íamos embalados neste ritmo - só com algum calor, que por cá o Carnaval é bem frio - gritando ao bom alá que mandasse água para Ioiô. Quem se lembrará?
“Allah-lá-ô… Ô, ô, ô, ô, ô, ô… Mas que calor!… Ô, ô, ô, ô, ô, ô… Atravessamos o deserto de Saara… O sol estava quente… Queimou a nossa cara… Allah-lá-ô… Ô, ô, ô, ô, ô, ô… Mas que calor!… Ô, ô, ô, ô, ô, ô… Viemos do Egito… E muitas vezes nós tivemos que rezar… Allah! Allah! Allah, Meu bom Allah… Mande água pra Ioiô… Mande água pra Iaiá… Allah! Meu bom Allah!.”… [Por Carlos Galhardo]
“Allah-lá-ô… Ô, ô, ô, ô, ô, ô… Mas que calor!… Ô, ô, ô, ô, ô, ô… Atravessamos o deserto de Saara… O sol estava quente… Queimou a nossa cara… Allah-lá-ô… Ô, ô, ô, ô, ô, ô… Mas que calor!… Ô, ô, ô, ô, ô, ô… Viemos do Egito… E muitas vezes nós tivemos que rezar… Allah! Allah! Allah, Meu bom Allah… Mande água pra Ioiô… Mande água pra Iaiá… Allah! Meu bom Allah!.”… [Por Carlos Galhardo]
Ai que ternura.
Descobri um site que tem estorinhas da minha meninice.
Para os meus sobrinhos pequeninos, aqui fica uma das muitas estórias que a senhora minha mãe me contava, com pronuncia e tudo :).
Para os meus sobrinhos pequeninos, aqui fica uma das muitas estórias que a senhora minha mãe me contava, com pronuncia e tudo :).
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