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Serviço de Pediatria do IPO de Lisboa celebra protocolo com a TAP

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Considerando,
a) que a TAP desempenha um papel indiscutível na relação com os países africanos de expressão portuguesa e que assume a sua responsabilidade social procurando em cada momento, compatibilizar as suas exigências comerciais e financeiras com o seu empenhamento em causas sociais;
b) que o IPO-Pediatria é um serviço de inquestionável mérito e que tem uma especial intervenção junto de crianças com dificuldades económicas oriundas de países africanos de expressão portuguesa;
é celebrado e reciprocamente aceite o presente protocolo, que se regerá pelas seguintes cláusulas:
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Notícia aí: http://www.ipolisboa.min-saude.pt/default.aspx?tag=content&contentid=7433

* Há uns caminhos há muito traçados e muito percorridos, que não foram fechados nem desviados. Aquilo que somos, deriva de quem já fomos.

* Somos um País pobre. Não temos petróleo. Não temos ouro nem diamantes.

* Somos um País que ajuda outros Países mais pobres do que nós.

* Temos Empresas Públicas de boa vontade e «cérebros» a trabalhar na Saúde, que não saíram de cá à procura do vil metal.

* Sinto que continuamos nos bons caminhos, quando continuamos a destinar camas da Pediatria do IPO de Lisboa para tratar crianças dos PALOP's.

Estamos bem. Estou bem.

No céu, um ponto que reconheço

Dia 9 de Outubro de 2009. Marido a caminho de Barcelona para mais um Congresso Europeu de M. N. Recebi o último telefonema perto das 17 horas. Vamos sair às 17 e qualquer coisa, não me recordo. Despedida de novo e votos de boa viagem. Peguei na EOS e fui para a janela. Olhei o horizonte e fixei um ponto que julgo ser o local do Aeroporto de Lisboa. Daí a uns minutos, poucos, ouvi aquele ruído de motores longínquo. Apontei a máquina com o zoom bem para longe. Procurei um ponto no céu. Esperei e lá vinha ele. Já muito acima da linha do horizonte, a ganhar altitude e a virar à direita, na rota de Barcelona. Havia nuvens. Das vezes que cliquei só duas o fixaram. Seguidamente deixei de o ver.
Marido foi e já voltou. E trouxe presentes para mim, que tive ... receio ? e mais uma vez não o acompanhei. Fica para a próxima. Talvez.