Mostrar mensagens com a etiqueta Baptizado. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Baptizado. Mostrar todas as mensagens

Baptismo de Constança

Um baptizado é sempre uma festa. Quando entrei na Igreja de Carnide, no Largo da Luz, encantei-me com o seu interior, embora cheirasse a bafio. Mais um monumento dedicado ao culto do catolicismo a precisar de obras. Mas adiante. A menina que recebeu hoje o baptismo chama-se Constança, não Constância, e tem três anos. A família e os amigos juntaram-se de novo, para testemunhar a sua ligação à fé cristã. Apreciei as palavras do senhor padre que celebrou a cerimónia. Desconheço o seu nome, mas irei informar-me. Não tenho ouvido da parte destes profissionais da fé católica, palavras sensatas como as que este proferiu. Sensatas e alegres. Falta alegria nas alegres celebrações da igreja. Um baptismo é uma coisa alegre. Falou palavras simples, para crentes e não crentes. Lembrou a ida de Saramago - já não está. Enquanto estivermos, façamos o nosso melhor por nós e pelos outros. Constança era a visada e ele disse: «Ama, deixa que te amem, vive e deixa viver». Um voto muito sensato. Estava linda, porque ela é linda, a gatinha Constança. É minha priminha - a avó dela é prima direita da minha mãe - e os seus pais proporcionaram-nos uma festa com momentos muito agradáveis. Parabéns princesinha e votos aos Pais e Avós e Padrinhos de toda a felicidade que possam alcançar, para te poderem criar querida menina-Constança.

Depois foi a festa propriamente dita. Fica o filme das fotos onde estão os que mais perto ficaram dos clics do meu telélé. Na maioria, família. Cito: Constança, Rodrigo, Daniela, Santiago, Sara, Lili, Célia e Carlos, Palmira, Afonso, Gracinda, Nuno, Ana, Iza e mais uma simpática menina que o nome não captei. (Nos entretantos já me disseram. É Iara). Acrescentei uma música de festa, de James Last. A seguir ficam as músicas tocadas por outros que fizeram a festa ser mais festa.

Numa festa que se preze não pode faltar

... Apita o combóio. E Rodrigo quase, quase a dormir. Pestanejava coitado, ao colo da avó Palmira. Era costume, quando se ouvia esta música, aproveitar o tema e fazer um «combóio», atrás uns dos outros. Desta vez, nem tentaram... Estaremos quase todos a ficar cansados?

Dançar com o telélé

Este toque é conhecido pelo «fado», quando tocado em concertina. Um, dois três para a direita, um, dois, três para a esquerda. Devagar que não é vira nem malhão. Depois é ir para a frente ou para trás. Quem manda é o mandador, desculpem a redundância.

Aqui estavamos por nossa conta, não houve quem fizesse uma roda. Eu dancei com o telélé, enquanto fazia o filme. Outros, aos pares, fazem o gosto ao pé.

Rodrigo, por fim, adormeceu ao colo da avó Palmira. E para terminar, o meu priminho Santiago, de Castelo Branco, no embaraço dos seus 14 anos, tapou a cara quando o fixei.

Foi bonita a festa.

Pernas para dançar que o toque continua

É preciso «pernas» para podermos dançar estas músicas tradicionais portuguesas. Eu já não consigo, canso-me - é a velhice - no entanto divirto-me imenso a ouvir e a ver. Adoro o som das concertinas.

A Kitty Constança

Esta é a melhor foto que cliquei para poder deixar aqui. A Constança, não Constância, já pintadinha de Gata Kitty, durante a tarde do dia 19 de Junho de 2010, o dia de receber Jesus.

Cantaram-se Parabéns

Quando num salão de festas existe um enorme bolo, branco e rosa, colocado numa mesa, em destaque, há que lhe ter dado um nome. Na festa de baptizado da Constança, só um poderia ser: um bolo de cantar parabéns.

E assim se cantou.