Há tão poucos anos que comecei a entender estes versos

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Nem às paredes confesso

Não queiras gostar de mim
Sem que eu te peça,
Nem me dês nada que ao fim
Eu não mereça
Vê se me deitas depois
Culpas no rosto
Eu sou sincera
Porque não quero
Dar-te um desgosto

De quem eu gosto
nem às paredes confesso
E nem aposto
Que não gosto de ninguém
Podes rogar
Podes chorar
Podes sorrir também
De quem eu gosto
Nem às paredes confesso.

Soube-me tão bem cantar, em voz alta, no escurinho do cinema. Só gravei um pequeno trecho dum Medley interpretado pela Orquestra Ligeira do Exército - Nem às paredes confesso. O original foi interpretação de um senhor já ido, de nome Tony de Matos. Não o apreciei, no seu tempo. Era um dos cantores preferidos lá de casa. Eu confesso que o detestava :(.

Neste dia cantei-o de olhos semi-fechados, porque tal como o galo, sabia a música de cor.
Já agora, o senhor-tropa-cantor tinha cá um vozeirão!

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