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Domingo, 14 de Agosto. 8 e vinte e dois da manhã. Fui à janela. Senti um arrepiozinho. Respirei fundo. Aquela atmosfera lava até à alma.
Mas onde está o Penedo? E sons de vozes? E as vuvuzelas? Nada. Devem ter ido espreitar à janelas e depois de uma noitada Pedro-o-que manda-no-tempo esteve com o grupo. Não estava dia para subir o Penedo, decididamente. Caminha, de novo. Olha que sorte tiveram!
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