Mostrar mensagens com a etiqueta Política. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Política. Mostrar todas as mensagens

Falou quem sabe. Lê quem quer aprender.

A minha admiração pelo Dr. fernando Nobre é enorme. Primeiro pelo trabalho desenvolvido ao longo da sua vida. Depois, pelas tomadas de posição, ultimamente públicas, sem medos, de peito aberto, sabendo do que fala. Houvessem mais, muitos mais que o ouvissem e seguissem, talvez não estivéssemos tão dependentes dos Políticos.
No III Congresso Nacional de Economistas, Dr. Fernando Nobre falou, ou antes, criticou a posição das associações patronais que se têm manifestado contra o aumento do salário mínimo nacional.
O presidente da AMI, na sua intervenção considerou «completamente intolerável» que exista quem viva «com pensões de 300 ou menos euros por mês», e questionou toda a plateia: «acham que algum de nós viveria com 450 euros por mês?»

Importante clicar e ler a notícia em:
http://www.scribd.com/doc/26142752/Temos-40-de-pobres

Sobre o diz que se ouviu dizer

Aqui está tudo dito. Nada do que eu escrevesse descreveria melhor o que sinto sobre um dos «assuntos extraordinários» que se vive hoje no meu Portugal.

Palavras d'outros

O custo das leis mal feitas é colossal, porque são encomendadas a escritórios de Advogados. Li, não sei o autor.

Mas emigrar para onde?

Aminatou Haidar regressa a casa

Foto roubada de um blog

Uma boa notícia: Mundo - Activista Aminatou Haidar regressa a casa um mês depois - RTP Noticias, Áudio.
Como criatura humana e como mulher, eu penso que os filhos dela estão mais felizes por a terem de regresso a casa viva e não mártir.
Aminatou vai decerto continuar a ser uma activista em prol da República Árabe Sahrawi Democrática e dos direitos humanos.
Como muitas outras, Aminatou esteve disposta a deixar-se finar por uma causa. De volta ao seu País terá oportunidade de lutar pelo que defende, no local certo e viva.
O que pressionou os políticos de Marrocos ou mudou para esta mulher ter autorização para regressar a casa, desconheço. Mas também não me interessa. O pesadelo acabou.
Aminatou foi laureada em 2008 com o «Robert F. Kennedy Human Rights Award».
De todo este mundo louco em que vivemos, não sei que pensar.
Só quero deixar escrito que fico muito feliz.

Dá para rir?

Já agora, que tenho andado com pouco tempo para escrever coisas, mas não ando a dormir (desta vez, não me apeteceu), abalei-me antes do tempo com esta notícia: O Parlamento aprovou, em 11 de Dezembro, a proposta do PSD de alteração ao Orçamento do Estado para 2009 para que a Madeira possa contrair um endividamento até 79 milhões de euros. A proposta inicial do PSD seria a possibilidade de as regiões autónomas da Madeira e dos Açores pudessem contrair um endividamento de até 129 milhões de euros.A proposta foi aprovada com votos a favor do PSD e de um deputado do CDS-PP eleito pela Madeira, José Manuel Rodrigues. A surpresa foi a posição do PS que optou por se abster. /... In ionline.pt

Parece-me que os contenentais cubanos, como Alberto João gosta de nos chamar à laia de insulto, vão ter de continuar a pagar pelo paraíso fiscal da madeira e pelo diálogo sem conflitualidade entre o PS e o PSD. São cerca de 79 ooo ooo €. É muito bago! Se não tem dinheiro, oh senhor Alberto João, não nos imite. Quem não tem dinheiro não tem vícios! Estou desejosa do fim do ano para lhe apreciar a figura e os folguedos.

Eu bem disse que «eles» se iriam entender. Só nunca pensei que fosse tão cedo e às nossas custas. Não há mesmo verticalidade alguma nestes nossos políticos.

Tão ridículo, tudo isto.

Imagem roubada de «fliscorno», via email de D. Bacelar ;)))

«Nunca recebi presentes do senhor Manuel Godinho. A não ser quando se deslocou a Vinhais e me ofereceu uma caixa de robalos.», Armando Vara, No DN. «E um equipamento [desportivo do Sporting Club de Esmoriz, clube patrocinado por Manuel Godinho] para o meu filho.»
Ainda:
«Se o dinheiro
custa a ganhar
mais vale roba-
lo»
:)))
Só postei porque achei gira a ilustração. E o poema. Porque as declarações proferidas há dias são muito pobrinhas, ridículas. Para me lembrar de como isto tudo há-de terminar.

Que prendas? Que Natal!? E nos outros locais do Mundo?

Retirada do site da RTP1, hoje, com a seguinte legenda:
«Imagens do Dia
Insurreição
Uma sequência de atentados à bomba, no coração de Bagdade, fez pelo menos 127 mortos e 500 feridos. O primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, volta a responsabilizar a Al Qaeda e elementos do partido Baas, afastado do poder após a queda de Saddam Hussein.»
2009-12-08 20:51:11

À procura de coisas boas em Portugal


Espaço Amigo, um centro intermunicipal de recolha de animais errantes do pinhal interior sul. Compreende os municípios de Mação, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã e Vila Velha de Ródão.
Um exemplo a seguir por todas as Câmaras Municipais do nosso País.
Precisa de um Amigo de quatro patas? Vá até lá. Estão à sua espera.

Eu bem tento.

Imagem tirada da NET

«Sê a mudança que queres ver no mundo» - Mahatma Ghandi (1869-1948)

Homem indiano, hindú e sábio fez da sua vida o que prégou aos seus seguidores. O seu País, a Índia, é o País que mais me fascina. O seu Povo é plural nas diversas Filosofias Religiosas -Hinduísmo, Islamismo, Budismo - mais a diversidade de línguas, mais os hábitos e mais os modos de vida.
Mahatma Gandhi, o grande personagem da libertação da India porque contestou o sistema de castas em nome dos direitos humanos, é um dos Homens que faz parte da minha lista pessoal-de-ilustres que viveram neste Planeta e defenderam uma filosofia que é admirada por mim e por mais uns milhões de outras pessoas.
A grande maioria dos indianos são Hindús e a sua crença na reencarnação faz da vida um eterno retorno. Os percalços do caminho não são motivo de frustação ou de raiva, assim como os erros não são pecados, mas sim uma questão de imaturidade da alma. Não é tão acalentador? Há uma hierarquia da sociedade que é aceite e que implica que quanto mais alto se chega na escala dessa hierarquia, maiores são as obrigações para com os menos afortunados. A roda da vida cobra mais de quem está mais capacitado. Não é tranquilizador?

São tantos os locais da Índia que gostaria de visitar, tanta a diversidade nas gentes que iria encontrar, mas apenas me fico pelo sonho. Saio «viajando» por esta janela, que é o écran do meu computador.

Somos um País de Alcapones?

Porque sou obrigada a viver aqui, no «País de sucateiros», crio paredes e afasto-me deste estado de coisas. Não as quero ouvir, causam-me engulhos, não as compreendo, não as comento, faz de conta que não percebo a língua ... e ouço música. Do não querer ouvir à realidade diária,vai um passo de distância. Leio aqui e ali umas coisitas. Por exemplo, este artigo de Mário Crespo, Os intocáveis, descreve com as palavras certas, o sentido da via-única que nós estamos a percorrer, sem inversão de marcha ou sinal stop à vista. Sinto-me envergonhada por estes Alcapones-da-sucata. Acredito que hajam os Eliot Ness, Jim Malone, Oscar Wallace e George Stone portugueses, que querem cumprir a Lei para os apanhar e que não vão morrer como no final do filme. Mas também imagino, pelo que se tem passado, que os Alcapones vão por cá ficar, numa estranha convivência com a política, a economia e as finanças. Lamento por todos os outros onde me incluo, os limpos, os de carácter, os de vergonha na cara. Mário Crespo descreve assim:

«O processo Face Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro da Presidência Pedro Silva Pereira - se no sector do Estado que lhe estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro. Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era insultuosa.
Agora, o despacho judicial que descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata, executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz que continua a haver. A brilhante investigação do Ministério Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de justiça.
O país tem de saber de tudo porque por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do Estado há 50 famílias desempregadas. É dinheiro público que paga concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados, os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos caiam no esquecimento e a prática de crimes na habituação. Foi para isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a Face Oculta, respondeu: "O Senhor jornalista devia saber que eu não comento processos judiciais em curso (…)". O "Senhor jornalista" provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente. Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras esterlinas podem ter sido lesados no Freeport.
Face ao que (felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um chefe de Governo não se pode refugiar no "no comment" a que a Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer para lhes pôr um fim. Declarações idênticas de não-comentário têm sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport, sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro, sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem 147,5% ao ano. Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade brutal do mais interiorizado conceito em Portugal: nos grandes ninguém toca.»

Haja Vergonha!

O Homem é mesmo um predador.






Mais que moratórias é preciso ensinar que proteger os oceanos é proteger a raça humana.
Mais que moratórias é preciso que os que mandam, mandem mesmo. Se é proibida a pesca de arrasto mas continua a ser praticada, de que estão à espera?
Mais que moratórias é preciso que os armadores deste tipo de pesca entendam porque não podem usar a rede de arrasto nos seus barcos. São ignorantes? Só gente muito miserável, muito ignorante, muito selvagem não se comove ao ver imagens como estas que aqui são mostradas.
A pesca existe desde o início dos tempos. Os pescadores ainda existem, mas não os da pesca artesanal. São as grandes empresas flutuantes que arrasam o fundo do mar. Varrem, capturam, escolhem, desperdiçam e apresentam-nos tudo embaladinho e congelado. Nós, os consumidores de peixe aumentaram - mais peixe que carne, assim nos ensina a Roda dos Alimentos. E a moda que virou comer peixe cru com molhos - é importado, é do melhor - e não conhecermos o desperdício de uma peça de peixe para tal apresentação.
Será que haverá vida no fundo dos mares para as futuras gerações humanas poderem usufruir?
E as futuras gerações dos seres marinhos, coitados, tão impotentes perante aquela parede que os contém e destrói? É neles que penso quando vejo estas imagens.
Vou levar-me até lá abaixo, ao fundo dos oceanos e rever o que aprendi: os recifes de coral dependem dos peixes que comem as algas com quem os corais competem e, sem que haja essa limpeza, os recifes desaparecem na medida em que os corais são substituídos pelas algas. Peixes diferentes comem diferentes tipos de algas por causa das diferentes propriedades químicas e físicas das ditas algas. E é assim que sobrevivem e não se exterminam.
Varremos a terra e o fundo do mar está tudo estar consumido. Se esta nossa casa global é assim tratada, coitados dos locatários.
Deve haver maneira de o Homem se alimentar, de forma racional e com menos lucros. Somos predadores, mas saibamos respeitar as nossas presas. Tal como na Medicina, «não fazer mal» é o meu mote.

Só para saber quem são os nomes que nos vão governar.

Li hoje no Diário da Presidência da República (DPR) 100-A/2009 - Exonera do cargo de Primeiro-Ministro o Engº José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa.

DPR 100-B/2009 - Nomeia Primeiro-Ministro o Engº José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa.

DPR 100-C/2009 - Nomeia, sob proposta do Primeiro-Ministro, o Dr. Luís Filipe Marques Amado Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, o Prof. Doutor Fernando Teixeira dos Santos Ministro de Estado e das Finanças, o Dr. Manuel Pedro Cunha da Silva Pereira Ministro da Presidência, o Prof. Doutor Augusto Ernesto Santos Silva Ministro da Defesa Nacional, o Dr. Rui Carlos Pereira Ministro da Administração Interna, o Dr. Alberto de Sousa Martins Ministro da Justiça, o Dr. José António Fonseca Vieira da Silva Ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, o Prof. Doutor António Manuel Soares Serrano Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, o Prof. Doutor António Augusto da Ascenção Mendonça Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a Engª Dulce dos Prazeres Fidalgo Álvaro Pássaro Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território, a Drª Maria Helena dos Santos André Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, a Drª Ana Maria Teodoro Jorge Ministra da Saúde, a Drª Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar Ministra da Educação, o Prof. Doutor José Mariano Rebelo Pires Gago Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, a Drª Maria Gabriela da Silveira Ferreira Canavilhas Ministra da Cultura, o Dr. Jorge Lacão Costa Ministro dos Assuntos Parlamentares e o Dr. João Tiago Valente Almeida da Silveira Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros.

...x...

Ora bem. São prof.'s doutores, dr.'s e eng.'s. Caramba, gente instruída. Estudaram uma data de anos, têem experiência acumulada, sabem o que vão encontrar porque o *patrão* é o mesmo. O P.R. afirmou que não o vai inviabilizar, como o outro fez em circunstâncias inversas. Então?!
Estes senhores e senhoras que afirmaram desempenhar com lealdade, seguir o líder, quero acreditar que não é só pela futura Reforma e deixar andar. É que todos eles envelhecem muito, enquanto lá estão. Não deve ser nenhuma pêra doce ser ministro. Façam então o favor de trabalhar e mostrar o fruto do vosso trabalho. A nós, o País. Auferem os salários que decretam, nunca precisam fazer greve. Mas não somos nós, povo, o patrão que vos paga? Então vá, ao trabalho. Nós somos as formigas, portanto não esqueçam: qualquer um se pode sentar num formigueiro, mas só o ignorante permanece sentado.

Dica 1 - Comecem pela Justiça, em todos os seus sectores. Sigam com a Educação. O resto vai atrás.
Dica 2 - Como cidadã votante: que tal não proporem aumentos de ordenados e pensões a partir de um certo patamar? 5000€ é uma mensalidade principesca, comparada com o ordenado mínimo nacional. Estamos em Portugal! Para início de mandato, era uma boa resolução *socialista*, não acham? Não é por falta de pão que se perde a razão mas o inverso: se falta o Pão, é porque algures a montante se abdicou da Razão. Aqui vim buscar esta frase que eu gostaria que fosse da minha autoria.
Desejo, deveras, boa sorte a este governo. É que não consigo sequer imaginar, na praça-dos-políticos-coloridos, quem melhor estaria apto a pegar nas rédeas do meu País, nestes tempos. Lamento muito afirmá-lo. Mas é o que sinto.

Vale o tempo que se perde a olhá-lo

(clique na foto)
«A crise bate forte e os políticos vêem-se forçados a poupar nas férias, trocando o hotel ou o aldeamento turístico pelo parque de campismo.
As situações multiplicam-se: enquanto Louçã e Bernardino Soares fazem um churrasco com Manuel Pinho, a ministra da saúde vacina Mário Lino, e Oliveira e Costa espreita para fora das grades da sua roulotte. É o cartoon de António Martins, que já é um clássico!»

Desconheço o autor do texto. Recebi por e-mail.

E eu a ver passar os minutos

Estrada fora, a caminho de Condeixa. Corta à direita, sobe a serra e vira à esquerda. Fácil de fixar. O pior é chegar a Condeixa e ter de virar para Norte, para entrar na Autoestrada a caminho de Lisboa. Atrasámo-nos um pouco. Afinal é uma via para cada lado.
Depois foi controlar a velocidade e rezar para chegarmos a tempo. Quase nem trocámos palavras, Marido e eu. Já quase no local... AZAR! Por tão pouco. Na 2ª. Circular não se circulava. E a mesa de voto ali tão perto. Perdemos a votação e o toque da concertina. Bolas!!!


Valeu-nos comemorar, com este pedaço de bolo do Rodrigo (que o Pai e a Avó no último instante da nossa presença na festa não deixaram de ir buscar). Abriram-no mais cedo, por nossa causa. Foram uns queridos :). Muito boa a pastelaria d'O Careca.
Comemorar a chegada a casa, sem um arranhão (é só lembrar os números dos sinistrados).
Quero também comemorar as eleições livres no meu País. Isto eu quero comemorar. O civismo e a democracia venceram.
Ora bem: A esquerda mantém, parece, a maioria, sem absolutismos. Apesar dos pesares, melhor agora, penso. Eles vão ter de se entender. Não estamos em África ou na América do Sul! À direita ou à esquerda, concessão daqui, concessão dali, as Leis passarão. Ou iremos ter novas eleições mais cedo. Também é uma hipótese.
Resumindo e concluindo - Comemorar o dia pelo dia, que foi em cheio.

PS: Só para termos uma idéia do que representa utilizar uma autoestrada e não termos de percorrer distâncias em curva contra curva, serra acima, serra abaixo: De Lisboa a Condeixa e de Condeixa a Lisboa: 12.25x2=24.50€.
É obra.

Vão sem mim, que eu vou lá ter

Amanhã é dia em cheio. Há eleições e um baptizado.

As eleições não precisam de mais escritas, basta o que ouvi e olhei. Ver o filme acima, que me chegou via e-mail da Lassalete, fez-me imenso bem à alma. Os bonecos vi-os em http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com/, mas quem fez a sua compilação e acrescentou a musiquinha... ai a musiquinha da Deolinda, fez um filme muito, mas muito engraçado.

Do baptizado, é do meu querido priminho Rodrigo, um doce em pessoínha de 8 meses. Vai ser na Sé Nova em Coimbra, às 11 da manhã. Voltaremos a horas de ir votar, antes que as mesas fechem. Pensamos nós de que.

Portanto portugueses, tal como canta Deolinda, vão sem mim, que eu vou lá ter.