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Mora em Lisboa e quer ir até Góis num fim de semana?
Não precisa levar o carro, se não quiser. Há a camioneta, outra vez. Pelo menos até Góis. Depois ou ande a pé, de boleia ou apanhe um táxi.
«O Município de Góis informa que a partir do dia 22 de Julho do corrente ano, a TRANSDEV irá proceder à ligação de Transporte Público entre Lisboa/Porto – Coimbra – Góis - Coimbra – Lisboa/Porto com os seguintes horários:
Sextas-Feiras
LISBOA/PORTO - COIMBRA – VILA NOVA DO CEIRA - GÓIS
Partida - 18.45 horas – Lisboa ; 18.15 horas - Porto
Partida - 21. 15 horas - Coimbra (Terminal Rodoviário da TRANSDEV)
Chegada - 22.10 horas - Vila Nova do Ceira (Largo do Adro)
Chegada - 22.15 horas - Góis (Local: Restaurante Beira-Rio)
Domingos
GÓIS-VILA NOVA DO CEIRA – COIMBRA – LISBOA/PORTO
Partida - 19.00 horas - Góis (Local: Restaurante Beira-Rio)
Partida - 19.10 horas – Vila Nova do Ceira (Largo do Adro)
Chegada - 20.00 horas - Coimbra (Terminal Rodoviário da TRANSDEV)
Partida - 20.15 horas ou 20.44 horas – de Coimbra para Lisboa
Partida - 21.30 horas – de Coimbra para o Porto
Góis, 12 de Julho de 2011
A Presidente do Município de Góis
Maria de Lurdes Oliveira Castanheira, Drª»
Consultar o site http://www.cm-gois.pt/files/2463.pdf .
Da minha janela



16 /07 / 2011, era 01:46 h.
Não precisei de luz artificial para ir beber um copo de água. Pela janela da cozinha entrava uma luz branca. Abri a janela. O vento ainda se fazia presente. Tem sido assim há algumas noites. É a nortada, vento forte e frio que vem de Noroeste e afecta a costa ocidental da Europa.
Era a Lua lá em cima, vagabunda dos espaços. Aguentei o arrepio. Com o telélé, cliquei-a. Uns momentos de paz. Que atracção tenho por este calhau!
Da minha janela
Agora, são 20:25h. Já passou. O susto, quero eu dizer. É que o céu ficou negro, de repente, e barulhento. E não mais que de repente, começou a chover, pingas de água bem grossas a fazerem-se ouvir cair nos vidros, eram 19 e picos. Outra vez?! pensei. Mas não. A natureza desta vez não fez das suas, pelo menos aqui na zona de Benfica. Ufa!
Tenham uma boa noite.
Coisas da minha Lisboa
Uma dica: Porque não ir até à Baixa no próximo Domingo? De Metropolitano? Viver Lisboa é assistir, também, a este evento, mesmo sendo agnóstica. Talvez. Ou então vou aceitar o convite para almoçar cozido à portuguesa. Vamos a votos que cá em casa reina a democracia (porque não há crianças)... e a unanimidade ganha quase sempre.
Informação da Carris: No próximo dia 8 de Maio (Domingo) decorre a Procissão de Nossa Senhora da Saúde. Por este motivo, ficarão interditos ao trânsito, os seguintes locais e arruamentos, conforme informações da organização da paróquia:
- 14:00 horas - Castelo de São Jorge (com paragens momentâneas);
- 14:30 horas - Martim Moniz;
- 16:30 horas - Praça da Figueira.
A Procissão, com início marcado para as 16:00 horas, decorre por: Largo Martim Moniz, Rua Fernandes da Fonseca, Rua do Benformoso, Largo do Intendente, Pina Manique, Travessa do Cidadão Gonçalves, Av. Almirante Reis, Rua da Palma, Largo Martim Moniz, Rua D. Duarte, Praça da Figueira, Rua dos Condes de Monsanto, Rua Poço do Borratém, Rua do Arco Marquês do Alegrete, Martim Moniz - (Igreja).
Da minha janela
Eram praí 7 e e 25 quando o olhei. Estava linda a vista da minha janela. Potente na sua luz, o Sol cortava os resquícios da noite fresca e ainda bem que foi fesca.Levanto-me cedo porque o dia se vai oferecer muito quente e tenho umas coisitas para fazer na rua. Os melros cantam há algumas horas. Tenham bom fim de semana.
Na Lisboa que amanhece.
.../ E já tudo pode ser
Tudo aquilo que pareceNa Lisboa que amanhece.
De Sérgio Godinho
Da minha janela



18:30h de hoje, um trovão ecoou lá fora. Fui à janela que eu gosto de olhar «a natureza mal disposta». Que escuridão. Veio de repente. Cliquei da esquerda para a direita.
Parecia uma nuvem carregada de mau humor, já que tinha largado a chuva de granizo, pedra, calhau, escardoça, seja o que lhe queiramos chamar, lá para os lados de Queluz de Baixo, mais perto do mar. Aqui só choveu e ainda chove. Mais um Carnaval molhado.
Ai o mar, o mar que falta me faz, que bem me faz.
Ir à Baixa lde Lisboa
Olhem como é a rua do Carmo, hoje. Como cantou o poeta «Rua do Carmo, rua do Carmo / Mulheres bonitas, subindo o Chiado / Mulheres alheias, presas às montras / Alguns aleijados, em hora de ponta ...». No entanto constato que só é verdade o último verso e não na hora de ponta, mas desde manhã cedo.
En passant, este restaurante com montra larga mostra o que se prepara para me matar a fome, o que à hora certa é um convite a entrar.
Rossio ou Praça D. Pedro V, como preferirem. Gaivotas em terra ... é porque há fome no mar. Comiam com as pombas as migalhas deixadas pelos transeuntes.
En passant, este restaurante com montra larga mostra o que se prepara para me matar a fome, o que à hora certa é um convite a entrar.
Rossio ou Praça D. Pedro V, como preferirem. Gaivotas em terra ... é porque há fome no mar. Comiam com as pombas as migalhas deixadas pelos transeuntes.
Da minha janela, namorando a Lua
Há pouco, poucochinho, cliquei a bela noite de Inverno que hoje se faz sentir.
Fria e límpida. Negra, como Cesaria Evora.
Fria e límpida. Negra, como Cesaria Evora.
Iluminada por esta vagabunda do espaço, a Lua.
Tenham uma boa noite.
Lua dourada
A minha cidade é linda
Este cantava muito bem, debaixo do «telhado» onde tinha ninho.
Não vale a pena a praia e grandes passeios em fins de semana quentes de Verão.
Almocinho no lote 5 e depois um salto até bem perto. Fiquei encantada com o Parque Recreativo do Alto da Serafina, também conhecido por Parque dos Índios. Já tinha ouvido falar deste espaço, principalmente pelos adultos com crianças aniversariantes que para lá vão festejar o dia com os amigos.
Situado no Parque Florestal do Monsanto, em menos de 10 minutos de minha casa, entrávamos num espaço verde, encantador, com muita gente, muitos risos de crianças, muita cor. Entrada grátis, com presença de autoridade fardada e parque de estacionamento gratuito. Pena os canitos não poderem entrar. Afinal os donos deles é que são os culpados. Por causa dos cocós que ficam por apanhar. Enfim. A minha Bi teve de ficar no carro, coitadinha.
Sentados na relva, à sombra de uma bonita árvore que não reparei o nome, a deitar conversa fora, fomos esperando que o sol ficasse menos agressivo para dar-mos uma volta a pé, a conhecer melhor.
E fomos então, até ao cimo, ao miradouro. Debaixo de uma enorme construção em ferro e telha a oferecer sombra, um espaço sossegado, com bancos de madeira e ferro, também, a convidar para sentar e desfrutar Lisboa, o Tejo e a outra banda.
Estar simplesmente. Olhar à volta. Ouvir os pardais. Sentir a aragem morna. Foi tão bom!
Prometi a mim mesma, um dia inteiro naquele espaço vai ter de acontecer e com farnel. Picnicar está-me «naialma». Imaginar um grupo de amigos, combinar petiscos, pegar na mobília e arrancar. Assentar arraiais e ficar até apetecer.
Há-de ser bom. É só esperar por mais um fim de semana.
Há-de ser bom. É só esperar por mais um fim de semana.
Dia de limpar Portugal
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