Por causa das flores e das abelhas
Parabéns Prima Fernanda
Parabéns Sogrinha
Dia de celebrar
Parabéns para Bianca
Aniversário de nascimento
A gente logo vê-se.
Depois de muitas rezas e promessas aos Santos, principalmente a Pedro, o dia esteve muito bom. De propósito para ela. Ora recordem lá, a ver se não tenho razão!?
Iabadabadu!
Fazem hoje 50 anos. Os Flintstones. Da autoria da dupla Hanna-Barbera apresentava-se a preto e branco e falado em português com sotaque brasileiro, ainda sem filhotes. Foram entretém na minha meninice. Adorava Dino, o animal de estimação. Episódios de meia hora (fui pesquisar), com princípio, meio e fim, que contavam as aventuras do dia-a-dia de dois casais da idade da pedra, em casa, nas ruas e na pedreira, o local de trabalho dos maridos. Tinham um carro bem ecológico, movido a pés. Iabadabadu era o grito de guerra :).
Para os recordar hoje voltei muito lá atrás, no tempo. Parabéns e obrigada Fred, Barney, Wilma e Betty pelas boas memórias deixadas.
Dia de completar mais um ano de vida.
Completa mais um ano de vida ...
O meu primo José Maria, senhor Pai de Nandinha, completa hoje 90 anos de vida. É obra! Dois filhos, dois netos e dois bisnetos. Pode considerar-se uma pessoa feliz.Desejo-lhe muito melhoras na sua saúde, embora não seja doente. Sente as maleitas que são próprias de um corpo com noventa anos, é só. Ainda cá vai estar e ver muitos dos mais novos a não estarem. Porque ele é dos rijos.
Dia de fazer mais um ano
Eramos 13. Para 14, só falta nascer.

Os 7 netos com uma bisneta a caminho

Dia de fazer mais um ano
Este é o meu amiguinho «Afas», em foto-pastel, a fazer bochecha. Hoje começa os 13 anos, o maroto. Esperto, inteligente, interessado, costuma visitar-me quando está na casa dos avós. É um fôfo. Notícia roubada
O segundo, à esquerda é Manuel, que já não está. O terceiro à esquerda, é Américo, o actual Presidente.In Jornal de Arganil,17/06/2010
Não vou poder comparecer. Mando abraços para a sua família mais próxima.
A vida é tão curta, o futuro está tão perto.
Recordar palavras de Almada Negreiros (A Cena do Ódio parte II) ditas por Mário Viegas, um rapaz de Lisboa, hoje, que passam 40 anos sobre a sua ausência.
«.../mas tu nem vives nem deixas viver os mais
crápula do egoismo
cartola de espanta pardais.../.»
Almada Negreiros (Trindade, S. Tomé, 7 de Abril de 1893 — Lisboa, 15 de Junho de 1970).
Parabéns
Parabéns Chefe Silva.

«Eu aprendo seja com quem for», disse, humilde, o homem que entrou na cozinha de um hotel, pela primeira vez aos 18 anos, com a jaleca riscada dos ajudantes, já lá vão 50 anos. /... À data do 25 de Abril, já era professor na Escola de Hotelaria do Porto. Nessa altura, a cantina da delegação do Porto da RTP tinha fama de servir mal. Promoveu-se um curso intensivo para a cozinheira, com um professor de hotelaria. Calhou a António Silva a responsabilidade da reciclagem. Quando a dita cozinheira voltou à base, a diferença nos pratos era óbvia. Os responsáveis da televisão pediram então ao obreiro do milagre para criar o «Tele-Culinária», um programa didáctico e semanal com duração de 25 minutos. E foi assim pela porta da cantina que o chefe António Silva entrou nos estúdios da RTP, há quase 30 anos. Desde então, abriu o seu próprio restaurante, o Super-Chefe, no centro de Lisboa, e continuou a colaborar esporadicamente com as televisões, estando agora numa rubrica do programa matinal da TVI. Assinou livros de receitas, por diversas vezes foi onde estavam portugueses no mundo, matar-lhes as saudades do bacalhau e da dobrada. Nestes anos mudaram os hábitos alimentares. Entraram as dietas saudáveis, o «fast-food», o microondas, as refeições de pacote e os nitrofuranos. Mas o chefe Silva continua a ser o guardião de uma cozinha robusta e honesta, feita directamente para o estômago.» Texto de Telma Miguel
A modéstia doura os talentos, a vaidade os desilustra. Palavras sábias de Marquês de Maricá e que se aplicam a um senhor artista na arte da culinária. Isto, a propósito de um homem que muito admiro, o Chefe Silva, o Sr. Tele culinária, que festeja hoje mais um aniversário. Quanto a mim posso afirmar que herdei da minha avó Olinda e da senhora minha mãe, o paladar apurado. A foto mostra a minha primeira revista de culinária, a Nº 1, comprada com dinheiro do meu trabalho, talvez em 1974 ou 75 (engraçado, a revista não tem data!). Custou durante muitos anos 5$oo (25 centimos). Era semanal. Não sei quantas Tele culinárias adquiri. Só sei que tive de parar anos mais tarde, quando cheguei à conclusão que teria de viver muitas vidas para elaborar todos os petiscos deste Chefe. Para além da cozinha para principiantes, haviam as receitas filmadas, que davam largas à minha imaginação de principiante na cozinha.
As receitas utilizavam ingredientes que eu facilmente adquiria na mercearia ou na praça.
Casei em 1974. O meu primeiro bolo feito de propósito para os primeiros convidados na minha casa, foi o bolo da capa: Bolo de S. Tomé. Um sucesso.
Para além dos ingredientes raramente precisarem de erratas, continha outras informações preciosas como o calor do forno, como o tempo de cozedura de um bolo dependia da largura da forma onde o mesmo fosse cozido e até indicava as equivalências dos ingredientes em colheres, para aquelas «cozinheiras» que não tivessem ainda balança de cozinha.
Ensinou aí (eu aprendi para sempre) como se preparava um saquinho de papel vegetal para decorar um bolo.
Em homenagem a este senhor, fica este post e a transcrição da receita do Bolo de S. Tomé no meu cantinho-da-engorda. Já há muitos anos que não o faço! Qualquer dia, repito-o.
Viva muito e viva bem senhor Chefe Silva. PARABÉNS!











